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Voz do Pastor

Homilia Papa na Vigília Pascal

Foto: A cerimônia da Vigília Pascal no Vaticano, foi presidida pelo Papa Francisco neste sábado, 19, e concelebrada por centenas de sacerdotes, bispos e cardeais, na Basílica de São Pedro. A celebração teve início às 20h30 (horário italiano). Refletindo acerca do Evangelho proposto pela liturgia de hoje, o Papa Francisco destacou a frase de Jesus que ordena às mulheres: “Não tenham medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão. (cf. Mt, 28, 10)”. “Não tenha medo, é a voz que encoraja”, disse o Papa. “O anúncio das mulheres chegava como uma luz na escuridão. Não tenham medo e vão à Galileia”, enfatizou Francisco. Segundo o Pontífice, a Galileia é o lugar do primeiro chamado, onde tudo iniciara. “Voltar à Galileia significa reler tudo a partir da cruz e da vitória, sem medo. Não temer. Reler tudo. A pregação, a comunidade, até a traição. Reler tudo a partir do fim que é um novo início”. Francisco recordou também que, para todos os cristãos existe uma Galileia, trata-se do principio do caminho com Jesus. O Batismo, conforme explicou o Papa, é também este início de caminhada. “Ir à Galileia significa redescobrir o nosso Batismo como fonte viva; tirarmos energia nova para nossa vivência da fé. Retornar onde a Graça de Deus me tocou e levar calor e luz aos outros irmãos”. O Santo Padre também explicou que, na vida do cristão, depois do Batismo, existe outra Galileia, uma existencial, a do encontro pessoal com Jesus Cristo. “Ir à Galileia é recordar quando o Senhor nos chamara, disse meu nome e pediu-me para segui-lo. O momento em que Ele me fez sentir que me amara”, esclareceu o Papa. “Hoje cada um de nós pode recorda-se: qual é a minha Galileia? Eu me recordo? Lembro-me dela? Eu me esqueci? Procure-a, e encontrarás. Diga-me, Senhor, qual é a minha Galileia. Quero voltar lá para encontrar-te e deixar-me abraçar pela Sua misericórdia. Não ter medo!”, refletiu.

VIGÍLIA PASCAL NA NOITE SANTA
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
Basílica Vaticana
Sábado Santo, 19 de Abril de 2014

O Evangelho da ressurreição de Jesus Cristo começa referindo o caminho das mulheres para o sepulcro, ao alvorecer do dia depois do sábado. Querem honrar o corpo do Senhor e vão ao túmulo, mas encontram-no aberto e vazio. Um anjo majestoso diz-lhes: «Não tenhais medo!» (Mt 28, 5). E ordena-lhes que levem esta notícia aos discípulos: «Ele ressuscitou dos mortos e vai à vossa frente para a Galileia» (28, 7). As mulheres fogem de lá imediatamente, mas, ao longo da estrada, sai-lhes ao encontro o próprio Jesus que lhes diz: «Não temais. Ide anunciar aos meus irmãos que partam para a Galileia. Lá me verão» (28, 10). «Não tenhais medo», «Não temais»: essa é uma voz que encoraja a abrir o coração para receber este anúncio.
Depois da morte do Mestre, os discípulos tinham-se dispersado; a sua fé quebrantara-se, tudo parecia ter acabado: desabadas as certezas, apagadas as esperanças. Mas agora, aquele anúncio das mulheres, embora incrível, chegava como um raio de luz na escuridão. A notícia espalha-se: Jesus ressuscitou, como predissera... E de igual modo a ordem de partir para a Galileia; duas vezes a ouviram as mulheres, primeiro do anjo, depois do próprio Jesus: «Partam para a Galileia. Lá Me verão». «Não temais» e «ide para a Galileia».
A Galileia é o lugar da primeira chamada, onde tudo começara! Trata-se de voltar lá, voltar ao lugar da primeira chamada. Jesus passara pela margem do lago, enquanto os pescadores estavam a consertar as redes. Chamara-os e eles, deixando tudo, seguiram-No» (cf. Mt 4, 18-22).

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Homilia Papa Francisco Missa Crismal

SANTA MISSA CRISMAL
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Foto: SANTA MISSA CRISMAL HOMILIA DO PAPA FRANCISCO  Basílica Vaticana - Quinta-feira, 17 de Abril de 2014  Ungidos com o óleo da alegria  Amados irmãos no sacerdócio! No Hoje da Quinta-feira Santa, em que Cristo levou o seu amor por nós até ao extremo (cf. Jo 13, 1), comemoramos o dia feliz da instituição do sacerdócio e o da nossa ordenação sacerdotal. O Senhor ungiu-nos em Cristo com óleo da alegria, e esta unção convida-nos a acolher e cuidar deste grande dom: a alegria, o júbilo sacerdotal. A alegria do sacerdote é um bem precioso tanto para si mesmo como para todo o povo fiel de Deus: do meio deste povo fiel é chamado o sacerdote para ser ungido e ao mesmo povo é enviado para ungir. Ungidos com óleo de alegria para ungir com óleo de alegria. A alegria sacerdotal tem a sua fonte no Amor do Pai, e o Senhor deseja que a alegria deste amor «esteja em nós» e «seja completa» (Jo 15, 11). Gosto de pensar na alegria contemplando Nossa Senhora: Maria é «Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 288), e creio não exagerar se dissermos que o sacerdote é uma pessoa muito pequena: a grandeza incomensurável do dom que nos é dado para o ministério relega-nos entre os menores dos homens. O sacerdote é o mais pobre dos homens, se Jesus não o enriquece com a sua pobreza; é o servo mais inútil, se Jesus não o trata como amigo; é o mais louco dos homens, se Jesus não o instrui pacientemente como fez com Pedro; o mais indefeso dos cristãos, se o Bom Pastor não o fortifica no meio do rebanho. Não há ninguém menor que um sacerdote deixado meramente às suas forças; por isso, a nossa oração de defesa contra toda a cilada do Maligno é a oração da nossa Mãe: sou sacerdote, porque Ele olhou com bondade para a minha pequenez (cf. Lc 1, 48). E, a partir desta pequenez, recebemos a nossa alegria. Alegria na nossa pequenez! Na nossa alegria sacerdotal, encontro três características significativas: uma alegria que nos unge (sem nos tornar untuosos, sumptuosos e presunçosos), uma alegria incorruptível e uma alegria missionária que irradia para todos e todos atrai a começar, inversamente, pelos mais distantes. Uma alegria que nos unge. Quer dizer: penetrou no íntimo do nosso coração, configurou-o e fortificou-o sacramentalmente. Os sinais da liturgia da ordenação falam-nos do desejo materno que a Igreja tem de transmitir e comunicar tudo aquilo que o Senhor nos deu: a imposição das mãos, a unção com o santo Crisma, o revestir-se com os paramentos sagrados, a participação imediata na primeira Consagração... A graça enche-nos e derrama-se íntegra, abundante e plena em cada sacerdote. Ungidos até aos ossos... e a nossa alegria, que brota de dentro, é o eco desta unção. Uma alegria incorruptível. A integridade do Dom – ninguém lhe pode tirar nem acrescentar nada – é fonte incessante de alegria: uma alegria incorruptível, a propósito da qual prometeu o Senhor que ninguém no-la poderá tirar (cf. Jo 16, 22). Pode ser adormentada ou sufocada pelo pecado ou pelas preocupações da vida, mas, no fundo, permanece intacta como o tição aceso dum cepo queimado sob as cinzas, e sempre se pode renovar. Permanece sempre actual a recomendação de Paulo a Timóteo: reaviva o fogo do dom de Deus, que está em ti pela imposição das minhas mãos (cf. 2 Tm 1, 6). Uma alegria missionária. Sobre esta terceira característica, quero alongar-me mais convosco sublinhando-a de maneira especial: a alegria do sacerdote está intimamente relacionada com o povo fiel e santo de Deus, porque se trata de uma alegria eminentemente missionária. A unção ordena-se para ungir o povo fiel e santo de Deus: para baptizar e confirmar, para curar e consagrar, para abençoar, para consolar e evangelizar. E, sendo uma alegria que flui apenas quando o pastor está no meio do seu rebanho (mesmo no silêncio da oração, o pastor que adora o Pai está no meio das suas ovelhas), é, por isso, uma «alegria guardada» por este mesmo rebanho. Mesmo nos momentos de tristeza, quando tudo parece entenebrecer-se e nos seduz a vertigem do isolamento, naqueles momentos apáticos e chatos que por vezes nos assaltam na vida sacerdotal (e pelos quais também eu passei), mesmo em tais momentos o povo de Deus é capaz de guardar a alegria, é capaz de proteger-te, abraçar-te, ajudar-te a abrir o coração e reencontrar uma alegria renovada. «Alegria guardada» pelo rebanho e guardada também por três irmãs que a rodeiam, protegem e defendem: irmã pobreza, irmã fidelidade e irmã obediência. A alegria do sacerdote é uma alegria que tem como irmã a pobreza. O sacerdote é pobre de alegrias meramente humanas: renunciou a tantas coisas! E, visto que é pobre – ele que tantas coisas dá aos outros –, a sua alegria deve pedi-la ao Senhor e ao povo fiel de Deus. Não deve buscá-la ele mesmo. Sabemos que o nosso povo é generosíssimo a agradecer aos sacerdotes os mínimos gestos de bênção e, de modo especial, os Sacramentos. Muitos, falando da crise de identidade sacerdotal, não têm em conta que a identidade pressupõe pertença. Não há identidade – e, consequentemente, alegria de viver – sem uma activa e empenhada pertença ao povo fiel de Deus (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 268). O sacerdote que pretende encontrar a identidade sacerdotal indagando introspectivamente na própria interioridade, talvez não encontre nada mais senão sinais que dizem «saída»: sai de ti mesmo, sai em busca de Deus na adoração, sai e dá ao teu povo aquilo que te foi confiado, e o teu povo terá o cuidado de fazer-te sentir e experimentar quem és, como te chamas, qual é a tua identidade e fazer-te-á rejubilar com aquele cem por um que o Senhor prometeu aos seus servos. Se não sais de ti mesmo, o óleo torna-se rançoso e a unção não pode ser fecunda. Sair de si mesmo requer despojar-se de si, comporta pobreza. A alegria sacerdotal é uma alegria que tem como irmã a fidelidade. Não tanto no sentido de que seremos todos «imaculados» (quem dera que o fôssemos, com a graça de Deus!), dado que somos pecadores, como sobretudo no sentido de uma fidelidade sempre nova à única Esposa, a Igreja. Aqui está a chave da fecundidade. Os filhos espirituais que o Senhor dá a cada sacerdote, aqueles que baptizou, as famílias que abençoou e ajudou a caminhar, os doentes que apoia, os jovens com quem partilha a catequese e a formação, os pobres que socorre… todos eles são esta «Esposa» que o sacerdote se sente feliz em tratar como sua predilecta e única amada e ser-lhe fiel sem cessar. É a Igreja viva, com nome e apelido, da qual o sacerdote cuida na sua paróquia ou na missão que lhe foi confiada, é essa que lhe dá alegria quando lhe é fiel, quando faz tudo o que deve fazer e deixa tudo o que deve deixar contanto que permaneça no meio das ovelhas que o Senhor lhe confiou: «Apascenta as minhas ovelhas» (Jo 21, 16.17). A alegria sacerdotal é uma alegria que tem como irmã a obediência. Obediência à Igreja na Hierarquia que nos dá, por assim dizer, não só o âmbito mais externo da obediência: a paróquia à qual sou enviado, as faculdades do ministério, aquele encargo particular... e ainda a união com Deus Pai, de Quem deriva toda a paternidade. Mas também a obediência à Igreja no serviço: disponibilidade e prontidão para servir a todos, sempre e da melhor maneira, à imagem de «Nossa Senhora da prontidão» (cf. Lc 1, 39: meta spoudes), que acorre a servir sua prima e está atenta à cozinha de Caná, onde falta o vinho. A disponibilidade do sacerdote faz da Igreja a Casa das portas abertas, refúgio para os pecadores, lar para aqueles que vivem na rua, casa de cura para os doentes, acampamento para os jovens, sessão de catequese para as crianças da Primeira Comunhão... Onde o povo de Deus tem um desejo ou uma necessidade, aí está o sacerdote que sabe escutar (ob-audire) e pressente um mandato amoroso de Cristo que o envia a socorrer com misericórdia tal necessidade ou a apoiar aqueles bons desejos com caridade criativa. Aquele que é chamado saiba que existe neste mundo uma alegria genuína e plena: a de ser tomado pelo povo que uma pessoa alguém ama até ao ponto de ser enviada a ele como dispensadora dos dons e das consolações de Jesus, o único Bom Pastor, que, cheio de profunda compaixão por todos os humildes e os excluídos desta terra, cansados e abatidos como ovelhas sem pastor, quis associar muitos sacerdotes ao seu ministério para, na pessoa deles, permanecer e agir Ele próprio em benefício do seu povo. Nesta Quinta-feira santa, peço ao Senhor Jesus que faça descobrir a muitos jovens aquele ardor do coração que faz acender a alegria logo que alguém tem a feliz audácia de responder com prontidão à sua chamada. Nesta Quinta-feira santa, peço ao Senhor Jesus que conserve o brilho jubiloso nos olhos dos recém-ordenados, que partem para «se dar a comer» pelo mundo, para consumar-se no meio do povo fiel de Deus, que exultam preparando a primeira homilia, a primeira Missa, o primeiro Baptismo, a primeira Confissão... é a alegria de poder pela primeira vez, como ungidos, partilhar – maravilhados – o tesouro do Evangelho e sentir que o povo fiel volta a ungir-te de outra maneira: com os seus pedidos, inclinando a cabeça para que tu os abençoes, apertando-te as mãos, apresentando-te aos seus filhos, intercedendo pelos seus doentes... Conserva, Senhor, nos teus sacerdotes jovens, a alegria de começar, de fazer cada coisa como nova, a alegria de consumar a vida por Ti. Nesta Quinta-feira sacerdotal, peço ao Senhor Jesus que confirme a alegria sacerdotal daqueles que têm muitos anos de ministério. Aquela alegria que, sem desaparecer dos olhos, pousa sobre os ombros de quantos suportam o peso do ministério, aqueles sacerdotes que já tomaram o pulso ao trabalho, reúnem as suas forças e se rearmam: «tomam fôlego», como dizem os desportistas. Conserva, Senhor, a profundidade e a sábia maturidade da alegria dos sacerdotes adultos. Saibam orar como Neemias: a alegria do Senhor é a minha força  (cf. Ne 8, 10). Enfim, nesta Quinta-feira sacerdotal, peço ao Senhor Jesus que brilhe a alegria dos sacerdotes idosos, sãos ou doentes. É a alegria da Cruz, que dimana da certeza de possuir um tesouro incorruptível num vaso de barro que se vai desfazendo. Saibam estar bem em qualquer lugar, sentindo na fugacidade do tempo o sabor do eterno (Guardini). Sintam, Senhor, a alegria de passar a chama, a alegria de ver crescer os filhos dos filhos e de saudar, sorrindo e com mansidão, as promessas, naquela esperança que não desilude.  © Copyright - Libreria Editrice Vaticana

Basílica Vaticana - Quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Ungidos com o óleo da alegria

Amados irmãos no sacerdócio! No Hoje da Quinta-feira Santa, em que Cristo levou o seu amor por nós até ao extremo (cf. Jo 13, 1), comemoramos o dia feliz da instituição do sacerdócio e o da nossa ordenação sacerdotal. O Senhor ungiu-nos em Cristo com óleo da alegria, e esta unção convida-nos a acolher e cuidar deste grande dom: a alegria, o júbilo sacerdotal. A alegria do sacerdote é um bem precioso tanto para si mesmo como para todo o povo fiel de Deus: do meio deste povo fiel é chamado o sacerdote para ser ungido e ao mesmo povo é enviado para ungir.
Ungidos com óleo de alegria para ungir com óleo de alegria. A alegria sacerdotal tem a sua fonte no Amor do Pai, e o Senhor deseja que a alegria deste amor «esteja em nós» e «seja completa» (Jo 15, 11). Gosto de pensar na alegria contemplando Nossa Senhora: Maria é «Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 288), e creio não exagerar se dissermos que o sacerdote é uma pessoa muito pequena: a grandeza incomensurável do dom que nos é dado para o ministério relega-nos entre os menores dos homens. O sacerdote é o mais pobre dos homens, se Jesus não o enriquece com a sua pobreza; é o servo mais inútil, se Jesus não o trata como amigo; é o mais louco dos homens, se Jesus não o instrui pacientemente como fez com Pedro; o mais indefeso dos cristãos, se o Bom Pastor não o fortifica no meio do rebanho. Não há ninguém menor que um sacerdote deixado meramente às suas forças; por isso, a nossa oração de defesa contra toda a cilada do Maligno é a oração da nossa Mãe: sou sacerdote, porque Ele olhou com bondade para a minha pequenez (cf. Lc 1, 48). E, a partir desta pequenez, recebemos a nossa alegria. Alegria na nossa pequenez!

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Homilia Quinta Feira Santa 2014

HOMILIA – 17/abril/2014         
5ª.-FEIRA SANTA, MISSA DO CRISMA         
Dom Milton Santos – Arcebispo Metropolitano de Cuiabá 

Querido Povo de Deus; Institutos de Vida Consagrada: Femininos e Masculinos; Lideranças; Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão e da Palavra – Catequistas; Seminaristas; Diáconos; queridos Sacerdotes; Arcebispo Emérito Dom Bonifácio Piccinini: Hoje - Quinta-feira Santa de 2014 – esta celebração da Eucaristia é o momento para acolhermos na alegria da fé SÃO JOSÉ DE ANCHIETA; beatificado em 1980 pelo Papa João Paulo II e declarado santo pelo Papa Francisco, aos 03 de abril/2014.
Esta Eucaristia é também um segundo momento – como Arquidiocese – além do 28º Vinde & Vede-2014 é um segundo momento para acolhermos a canonização do Papa João Paulo II anunciada para o próximo dia 27 de abril/2014, no segundo Domingo de Páscoa. 
Convido os presentes aqui na Catedral-Basílica do Senhor Bom Jesus; convido os ouvintes da Rádio Difusora Bom Jesus de Cuiabá e internautas a participarmos desta Eucaristia da Unidade em adesão de comunhão à SANTIDADE apontada pelo Beato Papa João Paulo II. Dizia João Paulo II: “A vocação do cristão é a santidade, em todo momento da vida. Na primavera da juventude, na plenitude do verão da idade madura, e depois também no outono e no inverno da velhice, e por último, na hora da morte. (João Paulo) – “Ser Santo é lutar contra o pecado de todos os dias!” (J. Paulo II)
Mas, de onde nascia o segredo da sua força, o segredo da sua fé e da sua santidade? De uma relação íntima com Deus, que se realizava na oração incessante, fazendo, muitas vezes, com que o beato João Paulo II deixasse intacta a cama e preferisse passar a noite no chão, imerso em oração. É o que nos confirma o postulador da causa de canonização, Mons. Slawomir Oder) 

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Quinta feira Santa Missa Crismal

Cuiabá, 11 de abril de 2014
CONVOCAÇÃO DO CLERO DA ARQUIDIOCESE DE CUIABÁ
“DEUS EM NÓS, E, NÓS EM DEUS;COM MARIA, A COMUNHÃO PARA NUNCA MAIS ACABAR!”
FELIZ PÁSCOA-2014!                             

Com a Arquidiocese de Cuiabá desejo-lhe FELIZ E SANTA PÁSCOA-2014 extensivo a cada Fiel nas Comunidades e Paróquias. Esta PÁSCOA-2014 reforça a grande PÁSCOA que já acontece desde “o dia 10/junho/2004 – a abertura do Sínodo Arquidiocesano de Cuiabá”: somos protagonistas de um novo nascimento em cada um de nós, na Família, na Comunidade, na Paróquia e na Arquidiocese – A COMUNHÃO QUE NUNCA MAIS HÁ DE ACABAR, REFLEXO DA COMUNHÃO-FAMÍLIA-TRINITÁRIA!

VENHO CONVOCÁ-LO para celebrarmos o nosso Sacerdócio no Sacerdote Jesus, no dia 17 de abril/2014 – Quinta-feira Santa – às 09:00h, na Catedral-Basílica do Senhor Bom Jesus – Cuiabá, MT: bênção e consagração dos santos óleos  e renovação dos compromissos sacerdotais.

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Celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

HOMILIA - Celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor - PAPA FRANCISCO
Praça São Pedro – Vaticano
Domingo, 13 de abril de 2014

Boletim da Santa Sé - Tradução: Jéssica Marçal

Esta semana começa com a procissão festiva com os ramos de oliveira: todo o povo acolhe Jesus. As crianças, os jovens cantam, louvam Jesus.
Mas esta semana segue adiante no mistério da morte de Jesus e da sua ressurreição. Ouvimos a Paixão do Senhor. Fará bem a nós nos fazermos somente uma pergunta: quem sou eu? Quem sou eu diante do meu Senhor? Quem sou eu diante de Jesus que entra em festa em Jerusalém? Sou capaz de exprimir a minha alegria, de louvá-Lo? Ou tomo distância? Quem sou eu, diante de Jesus que sofre?
Escutamos tantos nomes, tantos nomes. O grupo de líderes, alguns sacerdotes, alguns fariseus, alguns mestres da lei, que tinham decidido matá-Lo. Esperavam a oportunidade para prendê-Lo. Eu sou como um deles?

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Combate ao Tráfico Humano

Foto: O papa Francisco pronunciou hoje, 10, pela manhã, discurso durante a 2ª Conferência Internacional sobre Combate ao Tráfico Humano. O evento, que teve início ontem, 9, no Vaticano, é uma iniciativa da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales, que tem a finalidade de construir uma rede de combate a este tipo de crime. Participaram do encontro cerca de 120 pessoas, entre autoridades policiais que atuam na luta contra o tráfico humano, representantes da Igreja Católica e trabalhadores humanitários. Em seu discurso, o papa Francisco afirmou que o tráfico de seres humanos é uma “chaga no corpo da humanidade contemporânea, uma ferida na carne de Cristo”. “O fato de estar aqui, para unir nossas forças, significa que queremos que as estratégias e as competências estejam juntas e se reforcem pela compaixão evangélica, pela proximidade de homens e mulheres vítimas deste crime”, disse o papa. Francisco agradeceu a presença das autoridades policiais que, segundo ele, dedicam-se a lutar contra este “triste fenômeno”, e dos trabalhadores humanitários, cuja tarefa principal é “fornecer hospitalidade, cordialidade e possibilidade de resgate às vítimas”. De acordo com o papa, são duas abordagens diferentes, mas que “podem e devem andar de mãos dadas”. Para Francisco, é por esta razão que eventos como este são de grande utilidade, pois permitem o diálogo e o confronto a partir de enfoques complementares. O papa exortou ainda a comunidade internacional “para que adote uma estratégia ainda mais unânime e eficaz de combate ao tráfico humano, de modo que, em todas as partes do mundo, homens e mulheres jamais possam ser utilizados como meio para um fim, e para que sua dignidade inviolável seja sempre respeitada”. Disse que, com o altos funcionários encarregados da ordem pública dentro da comunidade internacional, “a Igreja se compromete a erradicar o flagelo desta grave atividade que abusa das pessoas vulneráveis”. Explicou que a conferência é parte de um processo no qual  há um trabalho conjunto em âmbito internacional para desenvolver estratégias de prevenção, atenção pastoral e reintegração das vítimas. “Estou pessoalmente empenhado em parceria com a Igreja e a sociedade civil para levar à justiça os responsáveis por estes crimes hediondos e aliviar o sofrimento das vítimas”, concluiu.

O papa Francisco pronunciou hoje, 10, pela manhã, discurso durante a 2ª Conferência Internacional sobre Combate ao Tráfico Humano. O evento, que teve início ontem, 9, no Vaticano, é uma iniciativa da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales, que tem a finalidade de construir uma rede de combate a este tipo de crime. Participaram do encontro cerca de 120 pessoas, entre autoridades policiais que atuam na luta contra o tráfico humano, representantes da Igreja Católica e trabalhadores humanitários.
Em seu discurso, o papa Francisco afirmou que o tráfico de seres humanos é uma “chaga no corpo da humanidade contemporânea, uma ferida na carne de Cristo”.
“O fato de estar aqui, para unir nossas forças, significa que queremos que as estratégias e as competências estejam juntas e se reforcem pela compaixão evangélica, pela proximidade de homens e mulheres vítimas deste crime”, disse o papa.

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Ciclo de catequeses

PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL
Praça de São Pedro - Quarta-feira, 2 de Abril de 2014

Caros irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje concluímos o ciclo de catequeses sobre os Sacramentos, falando sobre o Matrimónio. Este Sacramento leva-nos ao cerne do desígnio de Deus, que é um plano de aliança com o seu povo, com todos nós, um desígnio de comunhão. No início do livro do Génesis, o primeiro livro da Bíblia, coroando a narração sobre a criação, afirma-se: «Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher... Por isso, o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir à sua mulher; e os dois serão uma só carne» (Gn 1, 27; 2, 24). A imagem de Deus é o casal no matrimónio: o homem e a mulher; não só o homem, não somente a mulher, mas os dois juntos. Esta é a imagem de Deus: o amor, a aliança de Deus connosco está representada na aliança entre o homem e a mulher. Isto é muito bonito! Somos criados para amar, como reflexo de Deus e do seu amor. Na união conjugal o homem e a mulher realizam esta vocação no sinal da reciprocidade e da comunhão de vida plena e definitiva.

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III ASSEMBLÉIA ARQUIDIOCESANA PÓS-SÍNODO/2014

ARQUIDIOCESE DE CUIABÁ – Mitra Arquidiocesana de Cuiabá –
Praça do Seminário, 489 - C.P. 22 (78.005-170) - 78015-140 - CUIABÁ, MT
Fone: (65) 3321-3631 - Fax: (65)3623-1302
E-mails: dmilton@cuiabaarquidiocese.net
falecomarcebispo@cuiabaarquidiocese.net
Centro de Pastoral: secretaria@cuiabaarquidiocese.net
Site: www.arquidiocesecuiaba.org.br

Cuiabá, 21 de março de 2014.

ASSUNTO:  III ASSEMBLÉIA ARQUIDIOCESANA PÓS-SÍNODO/2014             
PREZADOS PÁROCOS E SACERDOTES:          
“DEUS EM NÓS, E, NÓS EM DEUS;COM MARIA, A COMUNHÃO PARA NUNCA MAIS ACABAR!”

O SÍNODO ARQUIDIOCESANO DE CUIABÁ é um processo evolutivo para nunca mais acabar! Neste momento, este processo evolutivo se torna a III ASSEMBLÉIA GERAL para:
1. Pormenorizarmos em DIRETRIZES O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO: É A DIMENSÃO COMUNITÁRIA E PARTICIPATIVA – SETOR FAMÍLIA.
2. VIVERMOS EM SINTONIA com o Sínodo sobre a Família convocado pelo Papa Francisco para o mês de outubro/2014.

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Oração do Ângelus

ANGELUS - Praça São Pedro – Vaticano
Domingo, 30 de março de 2014

Boletim da Santa Sé - Tradução: Jéssica Marçal
Queridos irmãos e irmãs, bom dia
O Evangelho de hoje nos apresenta o episódio do homem cego de nascença, ao qual Jesus doa a visão. A longa história começa com um cego que começa a ver e se fecha – é curioso isto – com as supostas pessoas que veem que continuam a permanecer cegas na alma. O milagre é narrado por João em apenas dois versículos, porque o evangelista quer atrair a atenção não sobre o milagre, mas sobre o que acontece depois, sobre as discussões que suscita; também sobre as fofocas, tantas vezes uma obra boa, uma obra de caridade suscita fofocas e discussões, porque há alguns que não querem ver a verdade. O evangelista João quer atrair a atenção sobre isso que acontece também nos nossos dias quando se faz uma obra boa. O cego curado primeiro é interrogado pela multidão atônita – viram o milagre e o interrogam – depois pelos doutores da lei; e estes interrogam também seus pais. Ao final, o cego curado  chega à fé, e esta é a maior graça que lhe é feita por Jesus: não somente de ver, mas de conhecê-Lo, vê-Lo como “luz do mundo” (Jo 9, 5).

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A Ordem é um serviço à comunidade

Francisco explicou que o ministério vindo com a Ordem é um serviço à comunidade a ser realizado com amor, do contrário não serve.

Padre deve servir a comunidade com amor, destaca PapaNa catequese desta quarta-feira, 26, Papa Francisco refletiu sobre o sacramento da Ordem. Ele destacou três características do ministério de padres, bispos e diáconos: servir com amor, ser apaixonado pela Igreja e alimentar esse ministério com a oração, a Palavra de Deus e os sacramentos da Eucaristia e da Penitência.

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