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Artigos Padres da Arquidiocese

Liturgia – Exaltação da Santa Cruz

LITURGIA – EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ - 14.09.2014

A Cruz de Jesus Cristo é nossa glória:
Nela está nossa salvação!

1.Acolhida.
A “Cruz de Jesus Cristo, hoje, continua”! Ela tem muitos nomes! Ela está presente no sofrimento humano do pobre do faminto, do enfermo, do estuprado, do drogado, do excluído social. Jesus continua pregado na cruz em todo tipo de sofrimento injusto causado no ser humano!
A Igreja celebra a “Festa da Exaltação da Santa Cruz”, mas que sentido tem esta festa? Ela já foi símbolo de guerras religiosas e de extermínios raciais! Seria a exaltação do sofrimento humano como estilo de vida? Quem gosta de sofrer é doente mental e Deus não fez o ser humano para o sofrimento ou pra a morte!

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Liturgia – 23º Domingo Comum

LITURGIA - 23º DOMINGO COMUM - 07.09.2014 - “Se teu irmão pecar, vai corrigi-lo!”

1.ACOLHIDA.
Convocados por Deus, nós nos reunimos para rezar em nome de Jesus. Rezamos como comunidade de fé e de amor fraterno, por isso nossa oração tem a garantia da força e a da eficácia divina: Jesus reza conosco!

Setembro é o “Mês da Bíblia”, dedicado ao cultivo e à meditação da Palavra de Deus, alimento necessário, pois, “Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus”!

Não esqueçamos nossa Pátria, o Brasil na celebração de sua independência política e, principalmente, neste ano de eleições. Precisamos da iluminação divina para escolher candidatos que vão governar o pais e nossos estados. Votar não é só um dever patriótico, é um dever cristão de compromisso com o Bem Comum da Nação.

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Liturgia 22º Domingo Comum

LITURGIA – 22º DOMINGO COMUM - 31.08.2014

“Se alguém quer me seguir, tome a sua cruz e me siga”!
1.Acolhida.
Jesus quer discípulos, seus imitadores, dispostos a carregar a própria cruz, pagar o preço do seguimento! Não serve qualquer discípulo! Tem que ser discípulo missionário e de cruz às costas! O mundo não gosta desta linguagem, mas seguir Jesus Cristo tem um preço e preço inegociável! O “jeitinho” é uma fórmula brasileira, não é cristã!
Na Igreja do Brasil, agosto é um mês vocacional, e vocação nem sempre é uma escolha! É quase sempre resposta a uma convocação. Jeremias não escolheu ser profeta, mas Deus o chamou antes de ser concebido no seio de sua mãe. E a profecia foi uma cruz para ele!

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Liturgia 21º Domingo Comum

LITURGIA - 21º DOMINGO COMUM - 24.08.2014.

“Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
1.Acolhida.
Domingo dedicado às vocações leigas de nossas Comunidades, chamadas para serviços na Igreja, inclusive, serviço missionário, fora da Comunidade local. Você conhece os ministros leigos de sua Comunidade? Quem são eles/elas e que serviços eles nos prestam?
Toda vocação na Igreja deve nascer da “confissão autêntica de fé” e de compromisso de crescer na mesma, adequando-se à vontade de Deus. Toda vocação, primeiramente, é um chamado à santidade mediante o cultivo da fé: Jesus não é um milagreiro que promete bens materiais! “Ele é o Filho de Deus vivo” que nos garante a vida eterna!

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Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo
Lucas (Lc 1, 39-56)

Em 1950, o Papa Pio XII, por meio da constituição apostólica Munificentissimus Deus, definiu “ser dogma divinamente revelado que a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” [1]. Ou seja, Deus, em sua bondade, dispôs que o corpo de Maria, que carregou em seu ventre o próprio Verbo humanado, fosse poupado da corrupção do túmulo. Por mais que se usem argumentos para explicar logicamente esse mistério, a Assunção de Maria é um ato gratuito e livre de amor do Todo-Poderoso, que quis elevar a bem-aventurada Virgem Maria primeiro à glória do Céu.

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Festa da Assunção

LITURGIA - FESTA DA ASSUNÇÃO. 17.08.2014

“Alegremo-nos todos, Maria foi levada aos céus!”.

Foto: LITURGIA - FESTA DA ASSUNÇÃO. 17.08.2014  “Alegremo-nos todos, Maria foi levada aos céus!”.  1.Acolhida. A devoção e o culto a Nossa Senhora Aparecida é marca do Povo brasileiro, aliás, devoção elogiada pelo próprio Papa Francisco. Parece que, pelos caminhos de Maria chega-se mais facilmente a Jesus, o único Caminho, a única Verdade e a única verdadeira Vida. A festa da Assunção de Maria é recente no Calendário litúrgico da Igreja, mas é devoção cristã antiga, desde o começo da História da Igreja. Maria sempre foi obediente a Deus; por isso, acolheu o pedido de seu Filho Jesus, na hora de sua morte: “Mulher, eis aí o seu filho!” (Jo 19,26). Ela nos acolhe amorosamente como filhos seus! E na pessoa do Apóstolo João, estávamos presentes junto à Cruz de Jesus e dele recebemos a ordem de acolher Maria em nossa casa! (Jo 19, 27. A devoção a Maria não é apenas um sentimento humano e uma devoção brasileira: a “Devoção a Maria” é obediência a Cristo!  2.Palavra de Deus. Ap 11,19;12,1.3-6.10 – A mulher do Apocalipse refere-se à Virgem Maria (Mãe de Jesus) e à Igreja, que gera os cristãos, discípulos de Jesus. O dragão, símbolo do mal e do Império Romano, perseguidor dos cristãos, tem poder, mas não é um poder absoluto. Ele não consegue terminar com a Igreja e muito menos com o “Filho da Mulher”, Jesus! 1Co 15,20-27 – Jesus Cristo ressuscitou por primeiro, mas seus discípulos haverão de segui-lo. A Virgem Maria, Mãe de Jesus, é privilegiada, tem sua ressurreição antecipada, abre a procissão dos redimidos, que entram na glória eterna! É privilégio da mãe e poder do Filho que, ressuscita e glorifica sua própria Mãe, a Virgem Maria. Lc 1,39-56 – A Virgem Maria é missionária desde o início de sua caminhada: levou Jesus (ainda em seu seio) para santificar o Precursor, João Batista, igualmente, no seio da velha Izabel, que exclama: “Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto de teu ventre!”.  3.Reflexão. Celebramos a glorificação de Maria, a primeira ressuscitada pelo poder de Jesus! Ele, Jesus, é o primeiro a ressuscitar; mas há uma ordem neste processo: “Primeiro, Cristo, depois aqueles que pertencem a Cristo, por ocasião de sua vinda!” (1Co 15,23). A Mãe de Jesus tem a ressurreição antecipada, exatamente, por ser “a Mãe do meu Senhor!”. Os cristãos, perseguidos pelo Império Romano, precisavam desta revelação – “A Mulher vestida de sol” (...) que dá à luz um Filho que irá reger todas as nações (...) e que o dragão não conseguirá jamais devorá-lo!”O império do mal é poderoso, mas não o suficiente para devorar a Igreja de Jesus”! Esta verdade valia para os cristãos do final do I Século, mas, vale, igualmente, para os cristãos de todos os tempos! Vale, também, para nós! O mal é poderoso, mas sua destruição já foi decretada pela ressurreição de Jesus, Senhor da vida e da morte – Jesus ontem, hoje e sempre! Maria, a Mulher vestida de sol! Caminha na terra como aquela que acreditou; por isso, Ela será bendita e glorificada por todas as gerações! O segredo de Maria está na sua humildade e na sua fé: Esvaziou-se de qualquer pretensão e Deus a encheu de graça (vestida de sol) e a tornou poderosa (a lua e a coroa de 12 estrelas). São símbolos significativos e ilustrativos! Ela brilha no céu como Rainha! Isabel, velha estéril, mas, repleta do Espírito Santo, profetiza exaltando a glória da humilde mulher que acreditou na Palavra de Deus; por isso, ”Todas as gerações me chamarão de bem-aventurada, pois, o todo poderoso fez grandes coisas por mim!” (Lc 1,48). Quem não venera Maria, não é obediente a Cristo!  Frei Carlos Zagonel.

1.Acolhida.
A devoção e o culto a Nossa Senhora Aparecida é marca do Povo brasileiro, aliás, devoção elogiada pelo próprio Papa Francisco. Parece que, pelos caminhos de Maria chega-se mais facilmente a Jesus, o único Caminho, a única Verdade e a única verdadeira Vida.
A festa da Assunção de Maria é recente no Calendário litúrgico da Igreja, mas é devoção cristã antiga, desde o começo da História da Igreja. Maria sempre foi obediente a Deus; por isso, acolheu o pedido de seu Filho Jesus, na hora de sua morte: “Mulher, eis aí o seu filho!” (Jo 19,26). Ela nos acolhe amorosamente como filhos seus!
E na pessoa do Apóstolo João, estávamos presentes junto à Cruz de Jesus e dele recebemos a ordem de acolher Maria em nossa casa! (Jo 19, 27. A devoção a Maria não é apenas um sentimento humano e uma devoção brasileira: a “Devoção a Maria” é obediência a Cristo!

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Reflexão Semana Nacional da Família

Reflexão para a Semana Nacional da Família (10 a 16 de agosto).
Principais desafios culturais para evangelização da família
A conjuntura cultural e os novos paradigmas têm impactado profundamente a Família cristã hoje. Eis alguns aspectos dessa tendência cultural.
Valores  contraditórios, a maioria das famílias de hoje, carregam um misto de valores, alguns verdadeiros e outros contraditórios.  É verdade que precisamos acolher os novos valores da cultura atual. Porém, não podemos desprezar ou sepultar os antigos valores herdados dos  antepassados e passados de Pais para filhos na cultura tradicional.

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Semana Nacional da Família

Semana Nacional  da Família

A semana nacional da família de 2014, de 10 a 16 de Agosto, tem como tema: a espiritualidade da família cristã: um casamento que dá certo. Este tema pretende exaltar e incentivar os matrimônios e famílias felizes, que edificaram suas casas sobre a rocha (Cfr. Mt 7,24..). Famílias que construíram a solidez cristã através da proximidade com Deus, cultivando uma vida espiritual intensa e perseverante pela: oração, eucaristia, lectio divina, obras de misericórdia, reza do terço e muitas outras práticas de piedade cristã recomendadas pela Igreja. Precisamos anunciar a Boa Nova da família diante das ameaças devastadoras contra a sua identidade e unidade. Precisamos envidar todos os esforços na proclamação da grandeza e  beleza da família, o grande santuário da vida e do amor. Em fim, precisamos fixar nosso olhar na família que deu certo!

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Liturgia – 19º Domingo Comum

LITURGIA - 19º DOMINGO COMUM. 10/Agosto/2014

“Senhor, salva-me!”
1.Acolhida.
Os Apóstolos precisam navegar e atravessar o Mar da Galiléia sozinhos, enquanto Jesus despede o povo e sobe o monte para rezar. A travessia não está fácil, pois, o vento lhes era contrário! Jesus vai ao encontro deles nas primeiras horas da madrugada!
O fato narrado pelo Evangelho é o retrato antecipado da missão da Igreja: Ela precisa navegar sozinha, e enfrentar as ondas do mar revolto. Mas, sozinha, não avança; ela precisa da presença do Senhor que acalma a tempestade, serena o vento e o barco chega à margem,à praia segura! Jesus não abandona sua Igreja, mas ela precisa ter fé e invocar seu auxílio!

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Sede vigilantes no amor

Sede vigilantes no amor .

Foto: Sede vigilantes no amor    Pe.Padre Bruno Costa   Quem vai nos separar do amor de Cristo? Ninguém! Combatentes na oração, nossa caminhada de intercessores combatentes é a vida. A nossa vida é uma vida de batalhas, de combate e de vitória. Nestes dias de acampamento, ninguém disse que era fácil ser combatente, mas é possível com a graça de Deus. O amor de Deus é nosso aliado, por isso, ninguém pode nos separar do amor de Cristo. Essa canção antiga: “Quem vai nos separar? Quem vai nos separar do amor de Cristo”? se atualiza hoje na vida dos combatentes hoje. “Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8, 38-39). Nós precisamos assumir o amor de Deus! Você não é apenas um vencedor, mas muito mais que vencedor. Que maravilha é assumirmos essa alegria de que “com Cristo somos mais que vencedores”, como está escrito na Palavra: Nenhuma criatura, nada vai nos separar do amor de Deus (cf. Rom 8, 38-39). Em nenhum momento Deus nos abandona, somos nós, com o nosso querer e com os nossos “achismos”, que nos separamos e nos afastamos do Senhor. É nessa hora que temos de lutar! Nisso está a beleza do combatente, na hora da luta do combate não nos distanciamos de Deus. Algumas pessoas me perguntam: “Padre, por que o senhor anda com a cruz?”, e eu lhes respondo que é para não me esquecer de que Jesus morreu por amor a mim. A cruz é a forma concreta do amor de Deus por nós. Eu não posso me permitir olhar para trás, querer me afastar do Senhor e abaixar a cabeça. Quantos de nós já pensamos em desistir!? Quantos de nós que assumimos que somos combatentes, na hora da guerra, queremos voltar para trás? Eu olho para você como irmão e digo: “Não dá mais para voltar!”, e vocês já sabem da verdade. A verdade nos liberta! Você já conhece o amor, por isso precisa mudar de vida. As leituras de hoje nos convidam a aprender a experimentar, com gratuidade e com generosidade, o amor, certos de que nada pode nos separar do amor de Deus.  Como tem sido a nossa vida e a nossa conduta? Eu tenho experimentado o amor de Deus ou tenho sido negligente? Nós precisamos fazer desse combate uma atitude de vigilância. Muitas vezes, vamos a tantos lugares, buscamos tantas coisas, quando Deus nos diz: “Vinde a mim, vós que estais cansados!”. O Senhor nos dá o alimento sólido por intermédio dos sacramentos e de Sua Palavra. Só que, muitas vezes, queremos nos alimentar com as coisas passageiras que o mundo dá. Ser de Deus não é fácil! Ao olhar para os seminaristas, os diáconos e os padres, eu vejo que não é fácil ser de Deus. Mas não podemos parar! O mundo também oferece coisas boas, mas estas são passageiras, e as coisas de Deus são eternas. O ser é eterno. O estar é passageiro. Nós estamos de passagem no mundo. Por isso, precisamos olhar para o céu, porque somos do céu. Não é fácil, mas é possível. O Senhor nos direciona por intermédio de Sua Palavra: “Apressai-vos! Vinde a mim e tereis vida!”. O combatente precisa saber ouvir a voz de Deus, mesmo diante de uma guerra. Nós que somos combatentes na oração, precisamos pedir essa docilidade de ouvir a Deus, mesmo no meio dos disparos que nós ouvimos. Quando entrei na Canção Nova, eu pedi ao monsenhor Jonas que rezasse por mim e pedisse ao Espírito Santo que me concedesse o dom da vigilância. E a imagem que o Senhor nos deu foi da visão de águia. Nesse tempo de sacerdócio, eu não sei o que é dormir mais de cinco horas. E mesmo dormindo eu tenho batalhas espirituais e experimento a vitória do Senhor. O combatente é aquele que, mesmo no meio da guerra, ouve a Deus. Eu também tenho pedido a Deus a graça da agilidade, porque o Senhor tem pressa. O combatente não pode ficar acomodado esperando a graça cair do céu sem fazer nada. Precisamos ir à luta. Sair em missão. Ouçamos ao Senhor e sejamos dóceis e ousados n’Ele. Olhe Maria, que, nas Bodas de Caná, disse a Jesus que o vinho estava acabando. O combatente é aquele que é ousado, que vai à luta. Eu tenho certeza de que Deus nos guarda, mesmo que as pedras sejam lançadas sobre nós. Não tenha medo das “pedradas” da vida, porque só árvore que dá frutos é que leva pedradas. Para ir para o céu, precisa haver perseverança. Precisa existir uma fé viva. Deixe de melindres, de coisinhas! É preciso viver da Palavra do Senhor, da Eucaristia. Quando, no Evangelho, dizem a Jesus que as pessoas estavam com fome e que só havia cinco pães e dois peixes, Ele se encheu de compaixão e os multiplicou. Por isso eu lhe digo: Deus quer nos alimentar. Chega de querer comer “papinha”! É hora de comer “alimento sólido”, ou seja, alimentar-se com a Palavra de Deus. Assuma a Palavra de Deus! O Senhor nos diz que é preciso formar um corpo de intercessores. E intercessor é aquele que reza em todos os momentos, que se coloca de joelhos em favor do outro. O que mais peço a Deus, neste acampamento de oração, é que você faça da sua vida uma vida de vigilância. Combatente não é aquele que vive apenas alguns momentos de oração. Mas que, em todos os momentos, está em oração.    Foto: Wesley Almeida/ cancaonova.com

Reflexão: Pe.Padre Bruno Costa

Quem vai nos separar do amor de Cristo? Ninguém!
Combatentes na oração, nossa caminhada de intercessores combatentes é a vida. A nossa vida é uma vida de batalhas, de combate e de vitória. Nestes dias de acampamento, ninguém disse que era fácil ser combatente, mas é possível com a graça de Deus.
O amor de Deus é nosso aliado, por isso, ninguém pode nos separar do amor de Cristo. Essa canção antiga: “Quem vai nos separar? Quem vai nos separar do amor de Cristo”? se atualiza hoje na vida dos combatentes hoje.“Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8, 38-39).
Nós precisamos assumir o amor de Deus! Você não é apenas um vencedor, mas muito mais que vencedor.

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