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Artigos Padres da Arquidiocese

ANO DA FÉ

Para comemorar os 50 anos do concílio vaticano II e os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica, o Papa Bento XVI, com uma carta Apostólica muito bela, chamada Porta Fidei ( A porta da fé), convocou todos os católicos a viverem intensamente o ano da fé ( de 11 de Outubro de 2012 até  24 de Novembro de 2013- Festa  de Cristo Rei). O ano da fé vem nos lembrar que a fé é um dom precioso, que Deus nos concede por graça; ela cresce conosco e nos faz crescer humana e espiritualmente; mas precisa ser nutrida e reavivada constantemente pela meditação da palavra de Deus e oração . Fé é mergulhar no mistério de Deus. “É decidir estar com o Senhor, para viver com ele” (PF,10).  A fé é a resposta ou entrega do homem a Deus. Esta resposta não se dá simplesmente no pensamento, na reflexão intelectual ou num sentimento (emoção) vago, mas como uma adesão pessoal  a J. Cristo e sua Igreja. Por isso, o ano da fé  deseja  revigorar o entusiasmo  e alegria de ser cristão na Igreja.

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SACERDOS FIDEI DONUM

Ao Exmo. Sr. Bispo D. Giuseppe Cavallotto,ao Clero e Fiéis Cristãos da Diocese de Cuneo (Italia):

SACERDOS FIDEI DONUM       
Os Padres Fidei Donum da Diocese de Cueno, Itália, deixam a Arquidiocese de Cuiabá/Cuiabá/Brasil. Foram 28 anos de admirável presença evangelizadora na Paróquia S. Sebastião, em Várzea Grande e 14 anos na Paróquia Coração Imaculado de Maria, CPA IV, em Cuiabá. Irão assumir, a partir de 2013, a Paróquia de Ribeirão Cascalheira, na Prelazia de S. Félix do Araguaia, em Mato Grosso/Brasil.
Algumas informações históricas:
Estes Padres fazem parte do Projeto de Partilha da Fé, conhecido pela expressão latina de mesmo significado Fidei Donum. São Sacerdotes que deixam suas  Dioceses de origem e partem para as Igrejas do mundo com escassez de sacerdotes.

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O dia de finados

O  dia de finados deve ser um dia de oração, de homenagem cristã aos nossos entes queridos falecidos, e, também, um dia de reflexão sobre o mistério  da morte e da ressurreição que marcam nossas vidas.
Assim falou Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim ainda que esteja morto viverá” (Jo 11, 24). Em outra passagem ele disse: “Todo aquele que crê em mim não morrerá para sempre” (Jo 11, 26). Na verdade Jesus está dizendo que não nascemos para morrer. Mas,  morremos para viver. A morte, para os que tem fé,  não interrompe a vida. Mas é o encontro com a plenitude da vida que está em Deus. Porquanto, Deus nos criou para a vida plena e não para a morte. Os que partem deste mundo descansam para sempre na paz, na alegria, no convívio dos anjos e  santos, na plena e eterna felicidade que só encontramos na comunhão com Deus.

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Juízo Final uma esperança para todos os finados

Juízo Final uma esperança para todos os finados.
 
O Juízo final faz parte da doutrina central da Igreja,  no Símbolo da Fé, ou Credo, dizemos que “cremos que Ele virá no Último dia, e julgará todas as coisas!”. Agora, no dia de finados, somos levados, por vários sentimentos, a meditar e adentrar no terreno da morte. Todos somos seres sociais, vivemos e nascemos em família, herdamos amizades, fazemos companheiros de caminhadas, construímos nossos sonhos, mas um dia ou outro, vem-nos o impacto brutal da morte que interrompe a vida de alguém que nos é caro, a quem amamos, de quem dependemos.

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Comunhão na boca e de joelhos

(ACI/EWTN Noticias).- Em entrevista concedida à agência ACI Prensa, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Antonio Cañizares Llovera, assinalou que é recomendável que os católicos comunguem na boca e de joelhos.
Assim indicou o Cardeal espanhol que serve na Santa Sé como máximo responsável, depois do Papa, pela liturgia e os sacramentos na Igreja Católica, ao responder se considerava recomendável que os fiéis comunguem ou não na mão.

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