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Animação Litúrgica

4º Domingo da Páscoa

ANO XXII – 1328 (cor branca ou dourada) – ANO B – 29/04/20124° DOMINGO DA PÁSCOA“O BOM PASTOR DÁ A VIDA POR SUAS OVELHAS” (Jo 10,11)Dia Mundial de Oração pelas VocaçõesO espaço celebrativo deve ser preparado conforme as orientações do Domingo de Páscoa, podendo acrescentar alguns símbolos que lembrem o …

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2º Domingo da Páscoa

ANO XXII - N.° 1326 (cor branca ou dourada) - ANO B - 2º DOMINGO DA PÁSCOA
A COMUNIDADE DE AMOR BROTA DA FÉ EM JESUS CRISTO RESSUSCITADO
Festa da Misericórdia Divina
Aleluia! Aleluia! Irmãos e irmãs! Sejam todos bem-vindos! Hoje é o Domingo da Divina Misericórdia instituído por João Paulo II. Damos graças ao Pai por seu eterno amor por nós
sempre disposto a nos perdoar, quando o nosso coração arrependido volta-se para Ele como fez
Tomé, proclamando sua fé: “Meu Senhor e meu Deus”.

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Domingo de Páscoa – Ressurreição do Senhor

ANO XXII - 1325 (cor branca ou dourada) - ANO B - 08/04/2012
DOMINGO DE PÁSCOA NA RESSURREIÇÃO DO SENHOR
A BOA NOTÍCIA DA RESSURREIÇÃO AQUECE OS CORAÇÕES

Irmãos e irmãs, é Páscoa! Sejam todos bem vindos! Cristo ressuscitou, Aleluia! É a festa da vida que vence a morte. Neste domingo transbordando da alegria pascal, celebramos a
ressurreição do Senhor, por meio da Aliança amorosa de Deus que, pelo Espírito, faz novas todas as coisas. Também nós, renovados pelo mesmo Espírito, ressuscitamos à luz da vida nova.

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Rubricas para a Celebração da Semana Santa

TRÍDUO PASCAL

I. Missa da Ceia do Senhor (Quinta-Feira Santa)
Sentido: Com esta missa a Igreja começa o Tríduo Pascal e se esforça vivamente para renovar aquela última ceia, mediante a qual o Senhor Jesus ofereceu seu Corpo e seu Sangue a Deus Pai sob as espécies do pão e do vinho. Nesta ceia também Jesus institui o sacerdócio ministerial e dá a seus discípulos o mandamento novo do amor.
Preparar:
a)No presbitério: todo o necessário para a missa; as âmbulas com hóstias para serem consagradas (é preciso lembrar que nesta missa se consagram as hóstias que serão distribuídas na Celebração da Paixão do Senhor – 6ª feira santa); véu umeral (ou de ombros); velas para procissão após a missa; matracas.
b)No lugar do “lava-pés”: cadeiras para os homens designados; jarra com água e bacia; toalhas para secar os pés e o necessário para que o padre depois do “lava-pés” lave-se as mãos e o gremial para o sacerdote (espécie de avental para momentos determinados na liturgia).

Descrição do Rito:
A entrada na Igreja e a Liturgia da Palavra se desenvolvem como de costume.

Lembrando:
Ordem na procissão de entrada: o turiferário com o turíbulo fumegante; um acólito com a cruz; outros acólitos (pelo menos dois) ladeando a cruz com as velas; os outros ministros e o sacerdote.
Quando se chega ao altar, faz-se a reverência devida e depois do padre beijar o altar o turiferário oferece o turíbulo a ele para que incense o altar. Acabada a incensação todos tomam seus lugares e o ministro do livro apresenta o Missal para que o sacerdote inicie a Santa Missa.
Enquanto se canta o Glória tocam-se os sinos da Igreja (inclusive as sinetas) que se calarão até a Vigília Pascal. Segue-se normalmente a Missa até a homilia inclusive. Terminada esta, inicia-se o lavatório dos pés. O sacerdote deixa a casula, cinge-se com o gremial e se aproxima de cada homem, derrama água sobre seus pés e seca-os com a ajuda dos ministros, enquanto isso se cantam as antífonas apropriadas.
Depois do lavatório dos pés o sacerdote regressa à sede e lava as mãos e volta a colocar a casula. Em seguida faz a oração dos fiéis, já que nesta Missa não se diz o credo.
Desde a preparação dos dons até a Comunhão inclusive tudo se faz como de costume. Terminada a comunhão dos fiéis, deixa-se sobre o altar a(s) âmbula (s) com as hóstias e se diz a oração para depois da comunhão.
Dita esta oração e omitidos os ritos finais, o sacerdote de pé, diante do altar, põe incenso no turíbulo, abençoa-o e de joelhos incensa o Santíssimo Sacramento.
A seguir recebe o véu umeral, sobe ao altar, faz genuflexão, toma a âmbula com suas mãos cobertas com as extremidades do véu.
Organiza-se a procissão para levar o Santíssimo para o lugar preparado. Nessa procissão, a ordem é a seguinte: o ministro que leva a cruz vai à frente acompanhado dos acólitos que levam velas, a seguir o turiferário com o turíbulo fumegante; o sacerdote que leva o Santíssimo Sacramento ladeado de velas. Ao chegar a procissão ao lugar preparado, o sacerdote coloca a âmbula sobre o altar ou no sacrário, cuja porta permanece aberta; e enquanto se canta o Tantum ergo, o sacerdote ajoelhado incensa o Santíssimo Sacramento. Fecha-se a porta do sacrário. Depois de algum tempo de adoração silenciosa todos se levantam e, feita a genuflexão, voltam para a sacristia.
No devido momento se desnuda o altar, e se for possível, retiram-se as cruzes da Igreja (ou então sejam cobertas).

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5º Domingo da Quaresma

ANO XXII - 1320 (cor roxa) - ANO B - 25/03/2012 - 5º DOMINGO DA QUARESMA
O GRÃO DE TRIGO QUE CAI EM TERRA E MORRE, DÁ MUITOS FRUTOS
Queridos irmãos sejam todos bem-vindos. É com grande alegria que nos reunimos para celebrar a nossa fé no Cristo ressuscitado e nossa vida de comunidade, trazendo presente os fatos e os acontecimentos da semana. Estamos nos aproximando da Páscoa e Jesus nos mostra que o ser humano atinge o ponto mais alto da realização da sua vida quando se doa por amor a seus irmãos.

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4º Domingo da Quaresma

ANO XXII - 1319 (cor roxa) - ANO B - 18/03/2012
4º DOMINGO DA QUARESMA
JESUS, A MAIOR REVELAÇÃO DO AMOR DE DEUS FEITA À HUMANIDADE
Queridos irmãos e irmãs, sejam bem-vindos a esta celebração em que fazemos
memória do grande mistério pascal de Jesus Cristo. A liturgia deste dia convida-nos a experimentar a alegria da Páscoa que se aproxima, porque já não há mais lugar para tristezas, pois o amor de Deus por nós é o maior exemplo de doação.
 Neste tempo quaresmal, por intermédio da Campanha da Fraternidade, somos chamados a ser consolo na doença, na dor e no sofrimento de tantos irmãos. E exigir que os pobres tenham um atendimento digno em relação à saúde. Com o firme propósito de participarmos ativamente deste tempo de conversão.

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3º Domingo da Quaresma

ANO XXII - 1318 (cor roxa) - ANO B - 11/03/2012
3º DOMINGO DA QUARESMA
O MANDAMENTO DO SENHOR É FONTE DE VIDA E SALVAÇÃO
 Irmãos e irmãs sejam todos bem-vindos para celebrarmos o mistério de nossa fé! A liturgia deste domingo nos introduz no caminho que nos leva à Páscoa. Mediante a sua Palavra de vida, salvação e das orações, coloquemo-nos diante do Senhor que nos pede um culto perfeito a Deus, nascido na sinceridade do nosso coração, na solidariedade com todas as pessoas frágeis, abandonadas, deixadas ao longo da estrada, do mercado de trabalho e da Igreja.
Vivendo este período Quaresmal, que deseja sensibilizar a todos sobre a dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de Saúde Pública, conforme suas necessidades e dignidade, somos convidados a modificar essas estruturas de morte, com ações transformadoras pela nossa conversão. Neste espírito fraterno, cantemos.

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II Domingo da Quaresma

Homilia de D. Henrique Soares da Costa – II Domingo da Quaresma – Ano B
Gn 22,1-2.9a.10-13.15-18
Sl 115
Rm 8,31b-34
Mc 9,2-10
Surpreende-nos, caríssimos, que neste tempo quaresmal, de tanta sobriedade, a Mãe católica nos coloque diante dos olhos Jesus transfigurado. Não seria mais adequado este texto num dos domingos da Páscoa? Cabe tanta glória, tanta luz, tanto esplendor, neste tempo de oração, penitência, esmola e combate espiritual? Mas, não duvidemos: a Igreja tem seus motivos; motivos sábios, motivos de mãe que educa com carinho.

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2º Domingo do Tempo Comum

(cor verde) - ANO B - 15/ 01/2012 - 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM
O CONVITE DE JESUS PERMANECE: VINDE E VEDE.
Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos! É com grande alegria que estamos reunidos para celebrar a nossa fé no Cristo Ressuscitado e a nossa vida cheia de alegria e esperança.
Animador(a) - Neste Segundo Domingo do Tempo Comum o Senhor nos chama pelo nome e nos convida a entrar no caminho do seu Filho amado. Crendo e confiando em seu grande amor por nós, pedimos que Ele nos encoraje na missão do Cordeiro de Deus.

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Solenidade da Epifania do Senhor

ANO XXII - N.° 1308 (cor branca ou dourada) - A NO B - 08/01/2012
SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR
JESUS É A MANIFESTAÇÃO DO AMOR DO PAI PARA TODOS
Irmãos e irmãs, paz e bem a todos vocês que vieram participar deste encontro fraterno, no qual celebramos nossa vida e nossa fé em Jesus Cristo. Cheios das alegrias natalinas, fazemos memória, neste dia, da visita dos Magos ao Menino-Deus, recém-nascido.
A festa da Epifania continua o mistério do Natal. Cristo deseja encarnar-se, nascer e manifestar-se em nós. Todo cristão, como os magos, deve deixar-se guiar pela fé e por sua vez, ser portador dela, indicando aos irmãos o “sinal do grande Rei”.

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