Página Inicial / Artigos Padres da Arquidiocese / Liturgia – 33º Domingo Comum

Liturgia – 33º Domingo Comum

Meus pensamentos são de paz e não de aflição!
1.Acolhida –
O “Ano Litúrgico” está chegando ao fim e as “Catequeses” do Senhor abordam o tema da prestação de contas de nossa vida. Mas, quem vai julgar a minha e a sua vida é o Senhor que é justo e misericordioso; e Ele mesmo afirma: “Meus pensamentos são de paz, e não de aflição!”.
Deus não quer atormentar-nos com ameaças, mas convoca-nos para a responsabilidade na administração da vida que recebemos como tarefa de cultivo responsável. Deus nos quer como parceiros na realização de sua obra maravilhosa.
Como vai ser bom ouvir d’Ele mesmo a sentença: “Servo bom e fiel, eu lhe confiarei muito mais!” Façamos tudo bem feito para merecer o elogio do Juiz divino!

2.Palavra de Deus.
Pr 31,10-13.19-20.30-31 –  Deus escolhe a mulher (desprezada na cultura judaica) como símbolo de sua própria divindade! A mulher zelosa, trabalhadora e vigilante é o símbolo da sabedoria divina, que nós devemos procurar todo dia!

1Ts 5,1-6 – Paulo alerta a Comunidade de Tessalônica para não ser surpreendida pelo Fim dos Tempos. O Julgamento Final é certo como a morte. Não podemos ser surpreendidos; pelo contrário, devemos estar prontos e responder “presente” ao Senhor Juiz que nos interroga!

Mt 25, 14-30 – Vivamos atentos e vigilantes aguardando a “Vinda do Senhor”. Evitemos a surpresa de quem anda nas trevas; pelo contrário, façamos todo possível para imitar o servo bom e fiel que acolheu o noivo prontamente e com alegria!

3.Reflexão.
A Bíblia está cheia de símbolos e, hoje, temos o símbolo da mulher sábia, zelosa, trabalhadora, prudente e boa administradora de sua casa. E Deus escolhe exatamente a mulher (desprezada na cultura judaica) como símbolo da sabedoria divina. Sabedoria divina necessária para discernir os caminhos de Deus e chegar à felicidade eterna. Sabedoria divina – o Espírito Santo – que nos aguarda sentado à porta da casa, pronto para nos iluminar e orientar. E como precisamos desta Sabedoria nos dias tormentosos de nosso tempo!

Os Tessalonicenses, imaginando a proximidade do Fim dos Tempos, abandonaram os compromissos sociais e viviam na ociosidade. Deixaram de trabalhar!  A vigilância não significa ociosidade! Vigilância é compromisso fiel com as tarefas cotidianas. Deus quer encontrar-nos “na ativa”, mas prontos para acolher o Senhor! A melhor preparação para o “Fim dos Tempos” ou para a “nossa Morte” é a atividade consciente e inteligente no cumprimento da obra confiada por Deus a cada um de nós!

Na parábola, contada por Jesus em sua catequese, fala-se de talentos distribuídos para serem negociados e multiplicados! Aqui o importante não é quantidade de talentos confiados aos seres humanos, mas o trabalho e o zelo na sua administração!  Irmão e irmã, como vai a administração de sua vida?

“O “Dia do Senhor” virá como ladrão de noite!”.

Frei Carlos Zagonel – OFMCap.

http://www.paroquiansacoxipo.com.br/conteudo.php?sid=44&cid=4840

Você pode Gostar de:

Na solenidade da Imaculada Conceição, Papa reza o Ângelus com os fiéis

Em sua reflexão, Papa destacou Maria como cheia de graça e sempre jovem, uma vez …