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Liturgia 4º Domingo da Quaresma

“PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR!”.

1.Acolhida.
Disse o Papa Pio XII –“O maior pecado atual é que os homens perderam o sentido do pecado” – Esta verdade continua atual! O pecado não é apenas negação de Deus, é a causa de nosso sofrimento sobre a terra. Longe de Deus é a morte!  O mundo dos homens parece saudável, mas é um cadáver mal cheiroso e ambulante.
São Paulo recomenda-nos: “Reconciliai-vos com Deus!”. Foi para isso que Jesus derramou todo o seu sangue para nos reconciliar com Deus e viver em paz.

2.Palavra de Deus.
Js 5,9-12 – O Povo de Israel, libertado do Egito, foi circuncidado (batizado) como sinal de sua pertença a Deus libertador. O nosso sinal de pertença a Deus é o batismo na água e no Espírito Santo. Tanto Israel quanto nós não somos fieis à nossa identidade cristã! Pecamos, infelizmente!

2Co 5,17-21 – Cristo nos reconciliou com Deus, mas precisamos renovar nossa confissão de pecado para sermos purificados da doença do pecado que nos afasta de Deus e causa nossa morte espiritual e física!

Lc 15,1-3.11-32 – A “Parábola do filho pródigo” revela os estragos causados pelo pecado e o amor incondicional do Pai. Todos nós somos convidados a tornar presente o amor do Pai no meio de nossos irmãos. Devemos ser misericordiosos como o Pai celeste é misericordioso!”.

3. Reflexão.
Deus ama o ser humano com amor incondicional. O Papa Francisco, inspirado na Palavra de Deus e na prática de Jesus, recorda a todos nós o dever de sermos misericordiosos como o Pai. O Homem moderno precisa redescobrir o rosto misericordioso do Pai, revelado por Jesus. E todos nós recebemos este ministério de reconciliação. Vamos exercê-lo com generosidade: O mundo precisa reconciliar-se com Deus!

A reconciliação com Deus e com os irmãos supõe o reconhecimento dos próprios pecados, o pedido de perdão mediante o sacramento da confissão. A penitência e a confissão são o instrumento eficaz para o perdão dos pecados, deixado por Jesus à sua Igreja. Não existe medicação de farmácia ou tratamento psicológico capaz de pacificar o coração humano. Só Deus pode dar a paz ao coração humano e a confissão é o sacramento eficaz desta paz.

O Papa Francisco sempre nos recorda que “Deus nunca cansa de perdoar, mas nós é que cansamos de pedir perdão, pois, pecamos muitas vezes! Mas se você quer dar alegria a Deus, reconheça seus pecados e peça perdão que Ele terá a alegria de perdoar generosamente!”.

A “Parábola do filho pródigo” é inesgotável em ensinamentos: símbolos evidentes na sua narrativa: O filho mais velho representa o Povo de Israel (especialmente os mestres da Lei e os fariseus), o filho mais novo represente os pecadores e o pai revela a misericórdia infinita e incondicional de Deus. A referência maior é, exatamente, o amor misericordioso do pai. Nós todos devemos ser misericordiosos como o Pai! Jesus nos deixou um compromisso da pratica da misericórdia na vida cotidiana.

“Alegrar-se com a conversão do irmão pecador”

Frei Carlos Zagonel
Fonte: http://www.paroquiansacoxipo.com.br/conteudo.php?sid=44&cid=3720

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