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24º Domingo do Tempo Comum(13.09)

– 24º Domingo do Tempo Comum – Mês da BÍBLIA
Ano A – cor verde – 13/09/2020

1. Saudação Presidente – Sejam bem-vindos, irmãs e irmãos. Jesus nos ensina a não retribuir o mal com o mal, mas a viver na dinâmica do amor incondicional, perdoar infinitamente. Reunidos pelo amor da Santíssima Trindade, façamos o sinal de nossa fé. Em nome do Pai… Presidente – A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. Bendito seja Deus…
Animador(a) – A nossa liturgia nos apresenta um Deus que ama sem medidas, sem limites, também nos convida a uma atitude semelhante para com nossos irmãos e irmãs que caminham conosco no dia a dia. Vamos trazer presente os fatos e acontecimentos que ocorreram essa semana em nossa comunidade, nossa paróquia e nossa diocese (recordação da vida).
2. Deus nos perdoa Presidente – Jesus nos apresenta uma lógica diferente do momento em que vivemos. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai e peçamos perdão dos nossos pecados (silêncio). Cantemos.
3. Hino do Glória Presidente – Glorifiquemos ao Pai por todas as pessoas que se abrem ao perdão, vivendo a misericórdia e o amor que Jesus nos mostrou com sua própria vida, rezando:
3. Oração Presidente – Oremos – (silêncio) – Deus justo e misericordioso, Vós nos perdoais e quereis que Vos imitemos perdoando também nosso próximo. Criai em nós um coração semelhante ao do Vosso Filho, sempre pronto a perdoar a ofensa recebida. Assim seremos vossos filhos e filhas, testemunhas de Vossa misericórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Deus nos fala
4. Leitura do Livro do Eclesiástico (27, 33-28,9)
5. Salmo Responsorial (102) (CD Cantando os Salmos – Ano A) O Senhor é bondoso, compassivo e carinhoso. (bis)
6. Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos (14, 7-9)
7. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus (18, 21-35)
8. Partilha da Palavra
Nossa resposta
9. Profissão de Fé
Presidente – No Deus que caminha conosco e nos ensina a viver unidos no amor e na fé, professemos confiantes. Creio em Deus Pai…
10. Preces da Comunidade
Presidente – Irmãos e irmãs, elevemos nossas preces a Deus Pai Todo-Poderoso, que deseja que todos os homens e mulheres se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. A cada prece, digamos: Ouvi-nos, Pai misericordioso.
Coleta Fraterna
Ação de Graças
11. Louvação
Presidente – Louvemos ao Pai por todas as pessoas que participam dos grupos de Círculos Bíblicos, refletindo e rezando a Palavra de Deus, fonte de fé e vida em nossas comunidades.
12. Pai Nosso Presidente – Na oração do Pai Nosso dizemos: perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Obedientes à Palavra de Jesus, rezemos. Pai Nosso…
13. Abraço da Paz Animador(a) – Em Jesus, que nos ensina a correção fraterna, como sinal de reconciliação e de paz, saudemo-nos.
14. Oração Presidente – Oremos – (silêncio) – Ó Deus, que vossa Palavra santifique o corpo e a alma, a vontade e o coração de todos que a ouvimos e dela nos alimentamos. Assim, vossos servos e servas estarão agindo no mundo, não guiados pelo instinto, mas pela vossa graça. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Deus nos envia
15. Breves Avisos
16. Refletindo o Mês da Bíblia (ler para a assembleia) O objetivo da Leitura Orante é ter um contato profundo com Deus e escutar o que Ele tem a dizer para que, conhecendo a sua vontade, se possa viver melhor a Boa Nova de Jesus Cristo. 1. Iniciar, invocando o Espírito Santo; 2. Leitura lenta e atenta do texto; 3. Momento de silêncio interior, lembrando o Deus nos faz irmãos que leu;
17. Bênção
Presidente – Permanecei, ó Deus, com vossos filhos e filhas e dai vossa assistência aos que se gloriam de vos ter por criador e guia, renovando o que criastes e conservando o que renovastes.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
– Que venha sobre vós e permaneça para sempre
a bênção do Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
– Glorificai ao Senhor com vossas vidas. Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

Meditando a Palavra de Deus
O mandamento do perdão não é novo, o Evangelho deste domingo é sobre a necessidade de perdoar sempre, de forma radical e ilimitada. Todos estamos conscientes do fato, uma das exigências mais difíceis que Jesus nos faz. No entanto, não há, neste campo, meias tintas, dúvidas, evasivas, desculpas: trata-se de um valor fundamental da sua proposta. Ele nos deu testemunho, em gestos concretos, do amor, da bondade e da misericórdia do Pai. Na cruz, ele morreu pedindo perdão para os seus assassinos… Ora, o cristão é, antes de mais, um seguidor de Jesus. Pessoalmente, como é que me situo face a isto? O “mundo” considera que perdoar é próprio dos fracos, dos vencidos, dos que desistem de impor a sua personalidade e a sua visão do mundo. Deus considera que perdoar é dos fortes, dos que sabem o que é verdadeiramente importante, dos que estão dispostos a renunciar ao seu orgulho e autossuficiência para apostar num mundo novo, marcado por relações novas e verdadeiras entre os homens. Na verdade, a lógica do mundo só tem aumentado a espiral de violência, de injustiça, de morte; a lógica de Deus ajuda a mudar os corações e frutifica-os em gestos de amor, de partilha, de diálogo e de comunhão. O que significa, realmente, perdoar? Significa ceder sempre diante daqueles que nos magoam e nos ofendem? Significa encolher os ombros e seguir adiante quando nos confrontamos com uma situação que causa morte e sofrimento a nós ou a outros nossos irmãos? Significa “deixar correr” enquanto forem coisas que não nos afetem diretamente? Significa pactuar com a injustiça e a opressão? Significa tolerar tudo num silêncio feito de covardia e de conformismo? Não. O perdão não pode ser confundido com passividade, com alienação, com conformismo, com covardia, com indiferença… O cristão, diante da injustiça e da maldade, não esconde a cabeça na areia, fingindo que não viu nada… O cristão não aceita o pecado e não se cala diante do que está errado; mas não guarda rancor para com o irmão que falhou, nem permite que as falhas derrubem as possibilidades de encontro, de comunhão, de diálogo, de partilha… Perdoar não significa isolar-se em um silêncio ofendido, ou demitir-se das responsabilidades na construção de um mundo novo e melhor; mas significa estar sempre disposto a ir ao encontro, a estender a mão, a recomeçar o diálogo, a dar outra oportunidade. Este Evangelho recorda-nos que quem faz a experiência do perdão de Deus, envolve-se em uma lógica de misericórdia que tem, necessariamente, implicações na forma de abordar os irmãos que falharam. Não podemos dizer que Deus não perdoa a quem é incapaz de perdoar aos irmãos; mas podemos dizer que experimentar o amor de Deus e deixar-se transformar por Ele, significa assumir uma outra atitude para com os irmãos, uma atitude marcada pela bondade, pela compreensão, pela misericórdia, pelo acolhimento, pelo amor.

Leituras da Semana
2ª feira: Nm 21,4b-9; Sl 77; Fl 2,6-11; Jo3,13-17
3ª feira: Hb 5,7-9; Sl 30; Jo 19,25-27; Lc 2,33-35
4ª feira: 1Cor 12,31-13,13; Sl 32; Lc 7,31-35
5ª feira: 1Cor 15,1-11; Sl 117; Lc 7,36-50
6ª feira: 1Cor 15,12-20; Sl 16; Lc 8,1-3
Sábado: 1Cor 15,35-37.42-49; Sl 55; Lc 8,4-15
Domingo: Is 55,6-9; Sl 144; Fl 1,20c-24.27a; Mt 20,1-16a

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