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Festa da Divina Misericórdia 2º Domingo da Páscoa

Ano B – 2º Domingo da Páscoa – cor branca – 11/04/2021

1. Saudação Presidente – Irmãos e irmãs, em uma nova aparição do Ressuscitado “oito dias depois” aprendemos que o encontro pessoal com o Senhor e comunhão com os outros são necessários para a vida de fé. Iniciemos nossa celebração. Em nome do Pai…
Presidente – A vós irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja Deus…
Animador(a) – Aleluia! Aleluia! Hoje a Igreja celebra o Domingo da Divina Misericórdia, instituído por São João Paulo II. A liturgia deste domingo apresenta-nos essa comunidade, de Homens e Mulheres Novos, que nasce da Cruz e da Ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens e mulheres a vida nova que brota da Ressurreição. Recordemos, neste momento, os fatos e acontecimentos marcantes da semana que passou.
2. Deus nos perdoa Presidente – Irmãos e irmãs em Cristo, supliquemos ao Senhor nosso Deus para que se digne abençoar esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando o nosso batismo. Que Ele se digne ajudar-nos para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.
Presidente – Senhor nosso Deus, velai sobre o Vosso povo e, ao celebrarmos a maravilha da nossa criação e a maravilha ainda maior de nossa redenção, dignai-Vos abençoar esta água. Fostes Vós que a criastes para fecundar a terra, para lavar nossos corpos e refazer nossas forças. Também a fizestes instrumento da Vossa misericórdia: por ela libertastes o Vosso povo do cativeiro e aplacastes no deserto a sua sede; por ela os profetas anunciaram a nova aliança que era Vosso desejo concluir com os seres humanos; por ela finalmente, consagrada pelo Cristo no Jordão, renovastes, pelo banho do novo nascimento, a nossa natureza pecadora. Que esta água seja para nós uma recordação do nosso batismo e nos faça participar da alegria dos que foram batizados na Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
3. Hino do Glória Presidente – Glorifiquemos ao Senhor nosso Deus rico em bondade e misericórdia, cantando ou rezando o hino do Glória. (Caso seja cantado, usar o n° 237 do Louvai ao Senhor)
4. Oração Presidente – Oremos – (silêncio) – Deus de misericórdia, quem celebra e quem revive a Páscoa do Redentor recebe aumento da fé e crescimento no amor. Fazei-nos compreender, cada vez mais e melhor, que o Batismo nos lavou no Sangue que nos remiu, fazendo o Espírito Santo nos dar a Vossa vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Deus nos fala
5. Leitura dos Atos dos Apóstolos (4, 32-35)
6. Salmo Responsorial (117)(CD Liturgia X – TP – Ano B) Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; “eterna é a sua misericórdia!” (bis)
7. Leitura da Primeira Carta de São João (5, 1-6)
8. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João (20, 19-31)
9. Partilha da Palavra
Nossa resposta
10. Profissão de Fé
Presidente – Como Tomé e as primeiras comunidades cristãs permaneceram unidos e tinham tudo em comum, professemos a nossa fé. Creio em Deus Pai…
11. Preces da Comunidade
Presidente – Irmãos e irmãs! Elevemos nossas preces ao Pai das misericórdias pela nossa comunidade cristã para que sejamos firmes na fé, na Ressurreição de Jesus e vivamos na paz, dizendo: Meu Senhor e meu Deus, atendei-nos!
12. Apresentação dos Dons
Animador(a) – O cristão isolado (ausente da comunidade) é vitima do egoísmo e exige provas para crer. É na vida da comunidade que encontramos as provas de Jesus que está vivo. Ser cristão, hoje, requer e significa pertencer a uma comunidade concreta, na qual se pode viver uma experiência permanente de discipulado e de comunhão. Por esta razão, a marca registrada deste segundo domingo de Páscoa é a fé, vivida em comunidade. É em comunidade que se realiza o encontro com o Ressuscitado e a experiência de uma nova vida. Apresentemos ao Altar do Senhor a nossa disposição de testemunhar nossa fé na Ressurreição de Cristo, pela unidade, vivenciando o amor, o perdão, a partilha dos bens e dos dons inspirados na Palavra de Deus.
Coleta Fraterna
Ação de Graças
13. Louvação Presidente – A comunidade assídua na escuta da Palavra e na oração, consciente das maravilhas realizadas pelo Pai, louva o Senhor porque eterna é a Sua misericórdia. Cantemos
Deus nos faz irmãos
14. Pai Nosso Presidente – Como filhos e filhas amados do Pai, rezemos como Jesus nos ensinou. Pai Nosso…
15. Momento da Paz Animador(a) – Jesus se apresenta aos discípulos na comunidade reunida e deseja que a paz esteja com eles. Seguindo Seu exemplo, rezemos em silêncio pela paz.
16. Oração
Presidente – Oremos – (silêncio) – Deus, Vós Sois poderoso e nos dais a alegria do encontro com os irmãos e irmãs, ao redor da Vossa Palavra. Dai-nos, portanto, a força de realizar nossa Páscoa no dia a dia de nossa vida em comunhão com todos. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Deus nos envia
17. Breves Avisos
18. Bênção
Presidente – O Deus que, pela ressurreição do
Seu Filho único, Vos deu a graça da redenção e
Vos adotou como filhos e filhas, vos conceda a
alegria de Sua bênção. Amém.
– Aquele que, por Sua morte, Vos deu a eterna
liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança
eterna. Amém.
– E, vivendo agora retamente, possais no céu unirvos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes
no batismo. Amém.
– Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho
e Espírito Santo. Amém.
– Cheios das alegrias pascais, ide em paz e que o
Senhor vos acompanhe. Aleluia. Graças a Deus.

Meditando a Palavra de Deus
“Porque me viste, creste; bem-aventurado os que não viram e creram!” Assim louvava Jesus a fé em todos aqueles que teriam acreditado Nele sem o conforto de experiências sensíveis. O louvor do Senhor ressoa na voz de Pedro comovida pela viva fé que encontrava nos primeiros cristãos, pois criam em Jesus como se o tivessem conhecido pessoalmente: “Vós o amais, sem o terdes visto; e Nele credes, embora ainda agora não o vejais; mas porque credes exultareis de alegria inefável e gloriosa”. Eis a bem-aventurança da fé proclamada pelo Senhor, e que deve ser a bem-aventurança dos fiéis de todos os tempos. Diante das dificuldades, do esforço para crer, cumpre lembrar as Palavras de Jesus, para nelas encontrar o apoio da pura fé, porém segura, porque fundada na Palavra de Deus. A fé em Cristo era a força coesiva que mantinha os primeiros cristãos em íntima união, baseada em profunda comunhão de sentimentos e de vida. “E a multidão dos fiéis tinha um só coração e uma só alma”. Esta característica fundamental da primeira comunidade cristã nascida do “vigor” com que “os Apóstolos davam testemunho da Ressurreição do Senhor”, e do correspondente vigor da fé em cada cristão. Fé tão forte que os levava a renunciar espontaneamente aos próprios bens para pô-los em comum, em favor dos mais necessitados, considerados verdadeiros irmãos em Cristo. Não era fé teórica, ideológica, mas tão concreta e operosa que imprimia cunho totalmente novo na vida dos fiéis cristãos, não só nas relações com Deus pela oração, mas também no relacionamento com o próximo e até no campo dos interesses, de que é o homem tremendamente zeloso. É esta a fé que hoje escasseia, que diminuiu. Para muitíssimos cristãos, não tem a fé ressonância alguma em sua vida prática: nada, ou quase nada transforma em sua conduta. Um tal cristianismo não convence nem converte o mundo. Cumpre retemperar a própria fé pelo exemplo da Igreja primitiva, cumpre implorar de Deus a graça de uma fé profunda, porque no vigor da fé está a vitória do cristão. “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. E que vence o mundo senão quem crê ser Jesus o Filho de Deus?

Leituras da Semana
2ª feira: At 4,23-31; Sl 2; Jo 3,1-8
3ª feira: At 4,32-37; Sl 92; Jo 3,7b-15
4ª feira: At 5,17-26; Sl 33; Jo 3,16-21
5ª feira: At 5,27-33; Sl 33; Jo 3,31-36
6ª feira: At 5,34-42; Sl 26; Jo 6,1-15
Sábado: At 6,1-7; Sl 32; Jo 6,16-21
Domingo: At 3,13-15.17-19; Sl 4; 1Jo 2,1-5a; Lc 24,35-

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