Bento XVI incentiva catequistas Imprimir E-mail
Por CNBB   
24 de julho de 2010
Bento XVI incentiva catequistas e a criação de “instituições de formação” dos leigos
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 22 de março de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI incentivou os catequistas e convidou os bispos de Burkina Fasso e
de Níger a criarem instituições de formação para os leigos católicos. Ele o fez no discurso que dirigiu ao recebê-los neste sábado, no
Vaticano, ao concluírem sua visita ad limina. “Os catequistas são os colaboradores indispensáveis dos sacerdotes no
anúncio do Evangelho”, recordou o Papa. “Eles têm uma função essencial, não somente na primeira evangelização
e para o catecumenato, mas também na animação e no apoio das vossas comunidades, em linha com os demais agentes pastorais”, destacou.
“Através de vós, eu gostaria de saudá-los carinhosamente e incentiválos em sua tarefa de evangelizadores dos seus irmãos”, acrescentou.
O Papa recomendou aos bispos que velassem pela sua “formação humana, intelectual, espiritual e pastoral, permitindo-lhes também garantir seu
serviço com fé e competência”.Também os animou a satisfazer “suas necessidades materiais, para que
possam levar uma vida digna”.O Pontífice insistiu na formação dos leigos e recomendou “criar
instituições de formação”.Disse que, para que “possam encontrar o lugar que lhes corresponde em vossas comunidades e na sociedade, é necessário aumentar os meios de
consolidar sua fé”. Convidou os bispos a preocupar-se pela formação das “elites políticas e intelectuais” desses países, que enfrentam “ideologias opostas a uma
concepção cristã do homem e da sociedade”. “Uma fé garantida, fundada em uma relação pessoal com Cristo,manifestada na prática habitual da caridade e apoiada por uma comunidade
viva, é uma ajuda no desenvolvimento da vida cristã”, afirmou. Bento XVI estimulou a solicitude dos pastores pelos jovens: “Dai também
aos jovens, frequentemente repletos de generosidade, a alegria de ir ao encontro de Cristo!”, exclamou.
E destacou sua função no diálogo inter-religioso, indicando que “o ensino às jovens gerações dos valores fundamentais e do respeito e da
fraternidade favorecerá a compreensão mútua”.“Que os vínculos que unem especialmente cristãos e muçulmanos possam continuar se reforçando – acrescentou –, a fim de fazer progredir a paz
e a justiça e de promover o bem comum, afastando toda tentação de violência e intolerância!"
 
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