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Solenidade de São Pedro e São Paulo (28.06)

Celebração Dominical da Palavra de Deus
SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO: APÓSTOLOS
Dia do Papa

– cor vermelha – 28/06/2020

1. Saudação
Presidente – Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos a este encontro fraterno. Nesta solenidade bendizemos a Deus pela fé de Pedro e pelo ardor missionário do apóstolo Paulo. Neste dia, comungamos com a Igreja de Roma, que testemunhou o martírio deles, com o Papa Francisco e todos os seus antecessores. Como Igreja fundamentada nos ensinamentos de Cristo, façamos o sinal de nossa fé. Em nome do Pai… Presidente – O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco. Bendito seja Deus…
Animador(a) – São Pedro e São Paulo são colunas de nossa Igreja Católica Apostólica Romana. Hoje celebramos também o dia do Papa. Neste momento, vamos trazer presente os fatos que marcaram a semana que passou (recordação da vida).
2. Deus nos perdoa
Presidente – Imploremos a misericórdia do Pai pelas vezes em que ferimos, com nossas atitudes, a unidade da Igreja, Corpo de Cristo, da família e da sociedade (silêncio). Peçamos perdão, cantando. (José Acácio Santana)
1 – Senhor, tende piedade dos corações arrependidos. Tende piedade de nós, tende piedade de nós! (bis)
2 – Jesus, tende piedade dos pecadores, tão humilhados!
3 – Senhor, tende piedade intercedendo por nós ao Pai!
Presidente – Deus de bondade infinita, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.
3. Hino do Glória
Presidente – Glorifiquemos a Deus pela dedicação de nossos bispos, padres, diáconos, religiosos(as), seminaristas, leigos(as) que a exemplo de Pedro e Paulo dão continuidade à missão que lhes fora confiada, cantando.
Deus nos fala
4. Leitura dos Atos dos Apóstolos (12, 1-11)
5. Salmo Responsorial (33) (Pe. José de Freitas Campos) De todos os temores me livrou o Senhor Deus. (bis)
6. Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo (4, 6-8. 17-18)
7. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus (16, 13-19)
8. Partilha da Palavra
9. Profissão de Fé Presidente – A exemplo de Pedro e Paulo, professemos nossa fé, rezando.
10 Preces da Comunidade
Presidente – Confiantes na bondade do Deus da vida, façamos os pedidos da nossa comunidade, cantando após cada prece: Vossa Igreja vos pede, ó Pai! Senhor, nossa prece escutai.
11. Apresentação dos Dons
Animador(a) – Obedientes às orientações do Papa Francisco, apresentemos ao altar do Senhor nossa disponibilidade em sermos fiéis discípulos missionários na edificação do Reino e na realização do nosso Projeto Diocesano de Evangelização.
Coleta Fraterna
12. Pai Nosso Presidente – Rezemos a oração que Jesus nos ensinou. Pai Nosso…
13. Abraço da Paz Animador(a) – A paz só acontece onde o amor se faz presente. Saudemo-nos com um gesto fraterno.
14. Oração Presidente –
Oremos – (silêncio) – Concedei-nos, ó Deus, por esta celebração, viver de tal modo na vossa Igreja que, perseverando na fração do pão e na doutrina dos apóstolos, e enraizados no vosso amor, sejamos um só coração e uma só alma. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
15 Bênção Presidente – Abençoe-vos o Deus de amor, que vos deu por fundamento aquela fé proclamada pelo apóstolo Pedro e sobre a qual se edifica toda a Igreja. Amém.
– Ele, que vos instruiu pela incansável pregação de São Paulo, vos ensine a conquistar também novos irmãos para Cristo. Amém.
– A bênção de Deus Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre. Amém.
– Ide em paz seguindo o exemplo de Pedro e Paulo e o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

Meditando a Palavra de Deus
Na solenidade de hoje, desde as suas origens, a Igreja celebra os “apóstolos Pedro e Paulo como colunas mestras”, da Igreja. Numa só festa, privilegia a personalidade de Pedro, integrando a figura de Paulo e do Papa Francisco, indicando a natureza da Igreja: sacramento de comunhão na diversidade de carismas e de serviços. Os dois apóstolos foram as primeiras e exemplares testemunhas dessa recíproca unidade. Pedro e Paulo têm dons diferentes e um estilo de atuação próprio e diverso, que chegou a provocar conflitos. Ao contemplarmos os últimos sucessores de Pedro, observamos que o Espírito de Deus os elegeu com dons diversos e adaptados às necessidades de cada época. O reconhecimento dos diversos carismas e, consequentemente, da atuação de cada um dos Papas, solidifica a comunhão eclesial e a presença pública da Igreja. A base sólida sobre a qual está edificada a Igreja é Jesus Cristo, morto e ressuscitado. Foi Pedro e, hoje é o Papa Francisco. A Igreja, santa e pecadora, foi edificada em e por Jesus Cristo. Por essa razão, as forças do mal não prevalecerão contra ela. Ela é pecadora pelo fato de se constituir de pessoas humanas. É santa por estar edificada sobre a rocha que é Cristo e animada pelo Espírito Santo. Tornar-se-á ainda mais santa, à medida que, nós pecadores, reconhecendo nosso pecado, buscarmos o caminho da santidade. O próprio Mestre não escolheu pessoas perfeitas, mas depositou confiança no cobrador de impostos Mateus, nos pescadores Pedro, André, Tiago e João. Com eles deu início à propagação da Boa-Nova do Reino e sobre eles edificou a Igreja. Hoje, iluminados pelo testemunho dos apóstolos, como discípulos e missionários do Senhor, somos convidados a dar continuidade à missão de Jesus, confiando na graça de Deus e evitando tudo o que possa prejudicar a comunhão da Igreja. No curso da história, a Igreja atravessou e superou devastadoras tempestades. Hoje, muitas vezes, os meios de comunicação divulgam escândalos no seio da Igreja. Não podemos negar que isso causa constrangimentos e sofrimentos. Um membro doente faz todo o corpo sofrer. Mas a Igreja é mais do que as fragilidades de seus membros. Os Evangelhos apresentam o apóstolo Pedro como modelo de discípulo e seguidor de Jesus. Um homem sempre em busca do conhecimento da vontade do Pai. Pedro é frágil na tentação, nega por três vezes conhecer seu Mestre. Ao mesmo tempo, é resoluto e sincero no arrependimento: “E caindo em si, chorou amargamente” (Mt 26,75). É com “esses Pedros” que Jesus continua construindo comunidades de fé, sinais do Reino. Jesus constituiu a primeira comunidade (o grupo dos doze) a partir dos pequenos e simples, revelando, mais uma vez, que Deus serve-se de poucos e fracos para realizar a história da salvação. Assim como escolhe os pequenos e simples, os transforma em grandes figuras para, por seus gestos e palavras, apontarem os rumos e abrirem os caminhos da história.

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