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13º Domingo do Tempo Comum (27.06)

Ano B – cor verde – 27/06/2021
1. Saudação Presidente – Deus sempre nos convida a renovar nossa adesão a Jesus, consagrando-nos mais generosamente à causa do Reino. Comprometidos com a busca da vida plena para todos, façamos o sinal que nos reúne na fé. Em nome do Pai…
Presidente – A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai, e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. Bendito seja Deus…
Animador(a) – Queridos irmãos e irmãs é com grande alegria que nos reunimos para celebrar a nossa fé no Cristo Ressuscitado e a nossa vida. Neste momento vamos trazer presente os acontecimentos que marcaram a semana que passou (recordação da vida). Lembremos também de todos os dizimistas que com sua contribuição ajudam na evangelização, manutenção e nas obras de misericórdia da Igreja.
2. Deus nos perdoa
Presidente – De coração contrito e humilde aproximemo-nos do Deus Justo e Santo para que tenha piedade de nós, pecadores (silêncio). Confiantes, peçamos. (Zé Martins) Senhor, Senhor, tende piedade de nós;
3. Hino do Glória
Presidente – Glorifiquemos ao nosso Deus Uno e Trino que nos chama à santidade e continua sendo em nossa fraqueza a força necessária para fazermos o bem sem olhar a quem, cantando.
4. Oração
Presidente – Oremos – (silêncio) – Senhor nosso Deus, pelo Batismo nos chamastes ao anúncio do Vosso Reino. Concedei-nos reconhecer, na vida humilde de Jesus de Nazaré, a Palavra que nos salva e a graça de testemunhá-la em nossa vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Deus nos fala
5. Leitura do Livro da Sabedoria (1, 13-15;2,23-24)
6. Salmo Responsorial (29) (Hinário CNBB – Ano B) Eu vos exalto, ó Senhor, pois vós me livrastes e preservastes minha vida da morte!
7. Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (8,7.9.13-15)
8. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos (5,21-43)
Partilha da Palavra
Nossa resposta
9. Profissão de Fé
Presidente – Ao Deus nosso Pai que nos fortalece em nossas fraquezas, professemos a nossa fé. Creio em Deus Pai…
10. Preces da Comunidade
Presidente – Confiantes, elevemos ao Deus da vida os nossos pedidos, cantando após cada prece: Senhor da vida, ouvi vosso povo!
11. Apresentação dos Dons Animador(a) – Jesus, o Profeta do Altíssimo, não hesitou em profetizar, mesmo sendo rejeitado em Sua terra. Hoje, todos nós batizados, somos convidados a superar o medo e a discriminação, tornando-nos profetas da verdade, anunciando a Palavra de Deus e denunciando tudo aquilo que fere a dignidade humana, especialmente, em nossas comunidades. Apresentemos ao altar do Senhor a nossa disposição em fazer a vontade do Pai participando dos gestos e ações em favor da vida na comunidade e na sociedade.
Coleta Fraterna
Ação de Graças
12. Louvação
Presidente – Louvemos ao nosso Deus por todos aqueles que assumem a vocação recebida no Batismo e doam suas vidas em favor do Reino.
Deus nos faz irmãos
13. Pai Nosso
Presidente – Obedientes à Palavra de Jesus e fortalecidos por Seu divino ensinamento, ousamos dizer. Pai Nosso…
14. Momento da Paz
Animador – A paz é algo que devemos buscar todos os dias e trabalhar para que todas as pessoas façam o mesmo. Rezemos em silêncio pela paz.
15. Oração
Presidente – Oremos – (silêncio) – Ó Deus, Pai de bondade, renovados pela Vossa Palavra (e pela Comunhão), nós vos pedimos: dai-nos a coragem e a perseverança que destes a Jesus, Vosso Filho. Que nós também sejamos missionários em nossa comunidade e levemos a Boa-Nova do Evangelho a todos. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Deus nos envia
16. Breves Avisos
17. Bênção
Presidente – Deus vos abençoe e vos guarde. Amém.
– Ele faça brilhar sobre vós a Sua face e vos seja
favorável. Amém.
– Dirija para vós o Seu rosto e vos conceda a paz.
Amém.
– Abençoe-vos Deus Todo-Poderoso: Em nome do
Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
– Ide em paz e o Senhor vos acompanhe. Graças
a Deus.

Meditando a Palavra de Deus
Deus ama a vida! Ele quer apenas a vida! “Deus criou o homem para ser incorruptível” (primeira leitura). Pelo seu Filho, salva-nos da morte: eis porque Lhe damos graças em cada Eucaristia. Na sua vida terrena, Jesus sempre defendeu a vida. O Evangelho de hoje relata-nos dois episódios que assinalam a defesa da vida: Ele cura, Ele levanta. Ele torna livres todas as pessoas, dá-lhes toda a dignidade e capacidade para viver plenamente. Sabemos dizer-Lhe que Ele é a nossa alegria de viver! O 13º domingo celebra a vida mais forte que a morte, celebra Deus apaixonado pela vida. No cântico do salmo e na profissão de fé, será bom recordar que é o Deus da vida que nós confessamos, as suas maravilhas que nós proclamamos. Durante toda a missa, rezando, mantenhamos a convicção expressa pelo Livro da Sabedoria: “Deus não Se alegra com a perdição dos vivos”. A morte vem de outro, pois “não foi Deus quem fez a morte”. Pelo contrário, Ele cria a vida e dá-la à humanidade, modelada à sua imagem. Ele restaura a vida, quando esta está em perigo de se apagar. Dá a vida quando está perdida, como testemunha o Evangelho deste domingo. “Vivificaste-me”, diz o salmista. No seguimento da primeira leitura, o salmo exprime a experiência de um Deus que quer a vida dos seus fiéis. Em Jesus ressuscitado, e para todos os que n’Ele acreditam, a oração do salmo encontra toda a sua verdade. O Reino de Deus é a vida. Jesus percorre o país para o anunciar e o estabelecer. Ele fala e age. A sua fama espalha-se, porque uma força brota d’Ele, é a força da ressurreição, o Espírito de vida. “Sê curada”. O imperativo de Jesus tem algo de afetuoso para com esta mulher, restaurada na sua dignidade, restabelecida na sociedade que excluía o seu mal. Este “sê curada” aparece também como uma constatação: é a sua fé que a salvou, e Jesus alegra-Se por isso. A cura é consequência da fé, que é sempre fonte de vida e de felicidade. “Levanta-te”. “Eu te ordeno: levanta-te”. A palavra evoca a ressurreição, o novo surgir da vida, o amor divino que nos coloca de pé. Jesus pede ao pai da jovem apenas uma coisa: “basta que tenhas fé”. E quanto a nós, cremos verdadeiramente? As duas beneficiárias das ações de Jesus neste Evangelho têm isto em comum: a primeira estava doente desde os 12 anos e a jovem filha morreu aos 12 anos, a idade em que se devia tornar mulher. No povo de Israel, o percurso destas duas mulheres era sinal de um fracasso. Uma estava atingida, como Sara, a mulher de Abraão, na sua fecundidade: ela perdia o seu sangue, princípio de vida na mentalidade semítica. A outra perdia a vida, precisamente na idade em que se preparava para a transmitir (era tradição casar-se muito cedo). Cristo cura as duas mulheres e permite-lhes assim assumir a sua vocação maternal. Estas duas mulheres representam a Igreja, na sua vocação maternal de dar e de alimentar a vida em Cristo. As reações dos que acompanham Jesus são diversas. Riem-se d’Ele. Só a fé solicita um sinal de Jesus, a fé de Jairo, a fé da mulher, a fé de Pedro, Tiago e João… E esta fé faz Jesus agir e transforma os beneficiários: a mulher é curada, a jovem levantasse, as testemunhas ficam abaladas. Na escuta da Palavra… Eis Jesus mergulhado no barulho e nos apertos da multidão. Para mais, circula o rumor: Jesus vai fazer um milagre, curar a jovem filha de Jairo! A multidão esmaga Jesus. E eis que uma mulher quer aproximar-se de Jesus, a todo o custo, para tocar ao menos as suas vestes. Ela quer ser também beneficiária do poder do homem de Deus, ser, enfim, curada da sua doença que dura há doze anos. Ela chega por detrás, toca as suas vestes. Conhecemos o diálogo que se segue… O mesmo acontece com Jairo que se aproxima… Ninguém fica anônimo aos olhos de Jesus. Está habitado pelo amor de Deus para com os seus filhos. No Coração do Pai, Jesus é capaz de uma atenção extrema a cada angústia do ser humano. Não interessa quem possa vir junto d’Ele, não interessa qual é a situação: ele será sempre acolhido, Jesus dará sempre a sua atenção como se cada um estivesse sozinho no mundo com Ele. O silêncio a e oração nos faz estar atento aos outros.

Leituras da Semana
2ª feira: Gn 18,16-33; Sl 102; Mt 8,18-22
3ª feira: Gn 19,15-29; Sl 25; Mt 8,23-27
4ª feira: Gn 21,5.8-20; Sl 33; Mt 8,28-34
5ª feira: Gn 22,1-19; Sl 114; Mt 9,1-8
6ª feira: Gn 23,1-4.19; 24,1-8.62-67; Sl 105; Mt 9,9-13
Sábado: Ef 2,19-22; Sl 116; Jo 20,24-29
Domingo: At 12,1-11; Sl 33; 2Tm 4,6-8.17-18; Mt 16,13-19

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