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Liturgia do 11º Domingo do Tempo Comum 13.06.2021.

“Ó DEUS, FORÇA DOS QUE ESPERAM EM VÓS!”
1.Acolhida
O Reino de Deus é como um ramo de cedro, colhido na copa da árvore e brotar com folhas verdejantes e produzirá frutos saborosos no tempo oportuno e todas as árvores saberão que Eu sou o senhor: “Eu sou o senhor, digo e faço”. Na construção do Reino, a iniciativa é do próprio Senhor!
Nós somos, apenas peregrinos e andamos nas mãos do Senhor, cheios de confiança no seu amor misericordioso que nos conduzirá à sua morada eterna.
O Reino de Deus é como a semente que jogada na terra, germina, brota, cresce e produz fruto, mesmo enquanto o semeador dorme. Deus dá o crescimento e a fecundidade sem o dono perceber! O tempo oportuno da colheita chegando, ele colhe os frutos e os guarda no celeiro.

2.Palavra de Deus
Ez 17,22-24 – Deus toma a iniciativa de colher e cultivar o ramo de cedro, transplantando-o na montanha mais alta para que produza frutos abundantes. E todas as árvores da floresta saberão que “Eu sou o Senhor: digo e faço”!
2Co 5,6-10 – O cristão é um peregrino andando na direção do céu, mas sem ver a realidade da vida eterna. Por isso, precisamos andar na simplicidade e na justiça, pois, deveremos apresentar-nos diante do tribunal do próprio Deus e prestar-lhe contas de nossa tarefa!
Mc 4,26-34 – O Reino do céu é como uma semente jogada na terra, germina, cresce e frutifica sem o semeador saber como. Ele dorme e a semente cumpre a sua missão até o fruto amadurecer na espiga. Então ele o colhe e o guarda no celeiro.

3.Reflexão
Não somos donos da semeadura; a iniciativa é do próprio Deus, Ele é o senhor que semeia e garante a fecundidade da semente e do ramo de cedro transferido na montanha mais alta da região. E ele se transformará em cedro fecundo, produzindo frutos saborosos. Não é fruto do trabalho humano, mas da generosidade do próprio Deus. Quem dá o crescimento e a fecundidade é o próprio Senhor: quem dá fecundidade à árvore do Reino é o próprio Deus. Nós devemos confiar no poder e no amor de nosso Deus, pois, Ele é o Senhor!
Enquanto vivemos sobre a face da terra, somos peregrinos e como tais devemos comportar-nos como bons peregrinos, preocupados na prática do bem e da justiça, pois todos nós deveremos apresentar-nos perante o tribunal de Deus, prestando-lhe contas de nossa vida para recebermos a devida recompensa: prêmio ou castigo do que tivermos feito ao longo de nossa vida!
O trabalho do evangelizador é apenas jogar a semente na terra, com amor e fé no poder e no plano de Deus! O semeador nem sabe como acontece a germinação e a frutificação da semente. Semeia e dorme (confia no plano de Deus). A semente germina, vem asa folhas e, logo, vem o fruto na espiga e o semeador não sabe como isso acontece. Em outra parábola – a do grão de mostarda – grão pequenino, mas que se transforma em arbusto onde os pássaros armam seus ninhos.
A semente produz o fruto em silêncio e a semente da mostarda transforma-se em arbusto… Assim, a Palavra de Deus não cumpre sua missão no barulho! Cresce em silêncio e produz seus frutos sem o agricultor saber como. A Palavra de Deus – Sementes do Reino – por sua vez, quando verdadeiras, cumprem sua missão e o Reino de Deus aparece! Ao semeador é suficiente a semeadura e a fé no poder de Deus: É Ele quem dá o crescimento ao seu Reino! Não devemos apropriar-nos do Reino de Deus! É suficiente semear e crer no poder e plano de Deus.
FREI CARLOS ZAGONEL.

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