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16º Domingo do Tempo Comum (18.07)

16º Domingo do Tempo Comum

Ano B – cor verde – 18/07/2021

1. Saudação
Presidente – Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos à casa do Pai. Reunidos para celebrar o Mistério Pascal de Nosso Senhor, contemplamos Jesus Cristo, o enviado do Pai, como Mestre que se revela muito próximo e íntimo dos discípulos e se compadece diante da multidão faminta e desamparada que O cerca. Felizes, por este encontro de filhos e filhas amados de Deus, saudemos a Trindade Santa. Em nome do Pai…
Presidente – O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco. Bendito seja Deus…
Animador(a) – Reunidos pela graça de Deus, e animados pela fé que nos sustenta em nossa caminhada Pastoral, vamos trazer presente os fatos que marcaram nossas famílias, nossas comunidades e nossa sociedade na semana que passou (recordação da vida).
2. Deus nos perdoa
Presidente – Reconhecendo-nos pecadores e necessitados da misericórdia do Pai, peçamos perdão pelas vezes em que agimos como ovelhas sem pastor, desviando-nos do caminho de Jesus, nosso Mestre e Senhor (silêncio). Confessemos os nossos pecados, rezando. – Senhor, que viestes procurar quem estava perdido, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. – Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós. – Senhor, que congregais na unidade os vossos filhos dispersos, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós. Presidente – Deus de bondade e misericórdia, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.
3. Hino do Glória
Presidente – Glorifiquemos ao Senhor, nosso Deus, que nos deu Jesus Cristo como Pastor e nos concede a graça de segui-Lo e testemunhá-Lo.
4. Oração
Presidente – Oremos – (silêncio) – Ó Pai, concedei à Vossa Igreja, convocada para a Páscoa semanal, o sabor da Palavra e do Pão da vida. Fazei-nos descobrir, na presença do Vosso Filho, o verdadeiro Pastor que nos conduz às fontes da perene alegria. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Deus nos fala
5. Leitura do Livro do Profeta Jeremias (23, 1-6)
6. Salmo Responsorial (22) (CD Liturgia VII – TC – Ano A) O Senhor é o Pastor que me conduz: felicidade e todo bem hão de seguir-me! (bis)
7. Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios (2, 13-18)
8. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos (6, 30-34)
9. Partilha da Palavra
Nossa resposta
10. Profissão de Fé
Presidente – No Deus que se compadece e acolhe a todos sem distinção de crença, raça ou cor, professemos a nossa fé. Creio em Deus Pai…
11. Preces da Comunidade
Presidente – Confiantes no Pai misericordioso que em Jesus nos ensina a praticar a caridade, elevemos a Ele nossas súplicas. A cada pedido, digamos: Atendei-nos, Senhor.
12. Apresentação dos Dons
Animador(a) – No seguimento de Jesus, somos convocados a viver a compaixão, sentir a dor dos pobres e ser “pastores amorosos”, responsáveis pela vida, pela paz, pela felicidade dos irmãos e irmãs. Apresentemos ao altar do Senhor a vida de todas as pessoas, grupos, entidades que se compadecem dos pobres, famintos, menores abandonados, enfermos, prisioneiros, excluídos e todos os sofredores, em nossa Igreja e na sociedade.
Coleta Fraterna
Ação de Graças
13. Louvação Presidente – Louvemos a Deus nosso Pai, pelas Pastorais Sociais, grupos, associações e entidades que são expressão de caridade atuantes em nosso meio.
Deus nos faz irmãos
14. Pai Nosso
Presidente – Rezando a oração da fraternidade, Jesus nos ensina fazer a vontade de Deus nosso Criador. Por isso, ousamos dizer: Pai Nosso…
15. Momento da Paz Animador(a) – Jesus apareceu aos seus discípulos dizendo: “A paz esteja convosco”. No compromisso de sermos construtores dessa paz, rezemos em silêncio pela paz mundial.
16. Oração Presidente – Oremos – (silêncio) – Senhor, nós vos bendizemos por este encontro. Alimentados pela Vossa Palavra (e pela Comunhão), somos fortalecidos em nossa fé. Dai-nos viver no dia a dia os mesmos sentimentos de Jesus para com os irmãos e irmãs. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Deus nos envia
17. Breves Avisos
18. Bênção Presidente – O Senhor dirija sobre vós o seu olhar e vos dê a paz. Amém.
– O Senhor que ama e acolhe o seu povo desperte em vós o dom de servir. Amém. – Abençoe-vos o Deus Todo-Poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. – Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

Meditando a Palavra de Deus
O Evangelho deste domingo descreve duas cenas: na primeira, aparecem os apóstolos cansados depois de muitas atividades, mas felizes e cheios de entusiasmo pelo bom êxito da missão e por tudo o que tinham conseguido realizar. Retornam para junto de Jesus e dialogam sobre como tinham agido e como tinham ensinado. Jesus os convida a se retirarem para um lugar sossegado, na solidão e no silêncio do deserto, a fim de refazerem suas forças e buscarem maior intimidade com o Pai, pela oração. A segunda cena descreve a chegada da multidão: povo abandonado e desprezado pelos maus governantes, maus pastores que, pela corrupção, abuso do poder, busca de interesses pessoais e total descaso pelo povo, provocaram o triste drama da miséria cada vez maior das multidões excluídas do sistema do Império Romano, que só beneficiava uma minoria de privilegiados, semelhante o momento atual que estamos vivendo. Diante dessa multidão sofrida, Jesus moveu-se de compaixão, atitude característica de Deus. Deixou-se estremecer por dentro, teve um sentimento profundo como dores de parto, escutou o gemido e suas entranhas comoveramse, porque os pastores tinham abandonado seu povo nas mãos de estranhos e exploradores. A atitude de Jesus nos ensina a sermos pessoas comprometidas com a opção pelos pobres e necessitados. A primeira leitura e o Evangelho evocam a figura do pastor. O profeta Jeremias faz uma acusação contundente aos pastores que traíram as esperanças do povo, especialmente ao rei Nabucodonosor. A tarefa dos pastores era não deixar se perder nem dispersar o rebanho, com uma administração séria e eficiente, na qual fossem preservados o direito e a justiça, como fez o rei Davi. As lideranças foram infiéis. Jeremias garante ao povo que nem tudo está perdido. Deus mesmo vai cuidar de Seu povo e lhe dará um pastor segundo o Seu coração, um Messias que se chamará “O Senhor é nossa justiça”. A justiça e o direito expressam a vontade de Deus. O Salmo 22 é uma oração com referência simples e clara a Jesus Cristo, o pastor que se compadece do povo explorado. Ele conduz às fontes da água viva. Na segunda leitura, Cristo é a Paz e quem nos traz a paz; Ele derrubou a parede divisória entre judeus e gentios, que eram desconsiderados pelos primeiros. Como bom pastor, reúne a todos como um só rebanho. Não há mais discriminação e Deus nos chama para participar de Seu Reino. Cristo deixou pastores instituídos para continuarem a guiar o Seu povo, quer por prados e campinas verdejantes, quer por vales tenebrosos. Eles são chaves indispensáveis à vida e à missão da Igreja. A preparação e o cuidado desses pastores se faz cada dia mais exigente e de responsabilidade de todos os batizados. O convite de Jesus para ir a um lugar tranquilo e descansar um pouco não é detalhe que destoa no Evangelho. Criemos em nossas comunidades espaços para o descanso, o lazer, um retiro espiritual e a convivência prazerosa. A vida cristã não se reduz a preceitos, pecados, orações, devoções, abstinências, jejuns ou esmolas, mas proporciona também experiências fraternas na gratuidade, no aconchego, no convívio alegre e fraterno, a fim de fortalecer nossa missão evangelizadora.

Leituras da Semana
2ª feira: Ex 14,5-18; Ex 15,1-6; Mt 12,38-42
3ª feira: Ex 14,21-15,1; Ex 15,8-16; Mt 12,46-50
4ª feira: Ex 16,1-5.9-15; Sl 77; Mt 13,1-9
5ª feira: Ct 3,1-4a; 2Cor 5,14-17; Sl 62; Jo 20,1-2.11-18
6ª feira: Ex 20,1-17; Sl 18; Mt 13,18-23
Sábado: Ex 24,3-8; Sl 49; Mt 13,24-30
Domingo: 2Rs 4,42-44; Sl 144; Ef 4,1-6; Jo 6,1-15

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