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Domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor

Ano C – cor vermelha – 10/04/2022

1-Presidente – Ao celebrar, hoje, a memória da entrada triunfal de Cristo em Jerusalém para realizar a entrega de sua vida, em fidelidade ao projeto de Deus, nos recorda sua vitória sobre o pecado e a morte por meio de sua entrega obediente e amorosa ao Pai. Sigamos seus passos, aceitando que o Mistério Pascal de Jesus se realize em nossa vida, e com os ramos nas mãos O aclamamos: Senhor da Vida e da História. Repletos da vossa graça e do amor divino para celebrar este mistério, façamos o sinal de nossa fé. Em nome do Pai…
Presidente – A graça e a paz de Deus, nosso Pai, o amor e a doação de Jesus Cristo, nosso libertador e a força do Espírito Santo estejam convosco. Bendito seja Deus…
Presidente – A festiva entrada em Jerusalém é a homenagem espontânea do povo a Jesus que se encaminha por meio da paixão e morte, para a manifestação de sua Realeza Divina. Aquela multidão entusiasta, não entendia todo o alcance de seu gesto, mas a comunidade dos fiéis hoje percebe o profundo significado.
2. Bênção dos Ramos Presidente – Os ramos abençoados que levaremos para nossas casas, lembram que estamos unidos a Cristo na mesma doação pela salvação do mundo e na labuta árdua contra tudo que destrói a vida. Hoje, iniciamos, com toda a Igreja, a celebração da Páscoa do Senhor. Dispostos a seguir Jesus como Mestre e Senhor, em sinal de nosso compromisso, elevemos nossos ramos e peçamos ao Pai que os abençoe.
3. Oração Presidente – Oremos – (silêncio) – Deus eterno e todo-poderoso, para dar aos homens um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador se fizesse um de nós e morresse na Cruz. Concedeinos aprender o ensinamento de sua paixão e ressuscitar com Ele em Sua glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Deus nos fala
4. Leitura do Livro do Profeta Isaías (50, 4-7)
5. Salmo Responsorial (21)(CD Cantando os Salmos – Ano C) Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes? (bis)
6. Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses (2, 6-11)
7. Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (23, 1-49)
8. Partilha da Palavra
Nossa resposta
9. Profissão de Fé Presidente – Como discípulos missionários dispostos a seguir Jesus no Caminho da Cruz, professemos a nossa fé no Deus uno e trino. Creio em Deus Pai…
10. Preces da Comunidade Presidente – Unidos a Cristo que por nós se entregou, confiantes, elevemos ao Pai os nossos pedidos. A cada intenção, cantemos: Ouvi Deus de amor, nosso clamor! (bis)
11. Apresentação dos Dons
Coleta Fraterna
Ação de Graças
12. Louvação Presidente – Louvemos a Deus nosso Pai por Seu Filho que doou sua vida pela humanidade e em especial pelas pessoas que corajosamente se doam em favor dos irmãos(ãs).
Deus nos faz irmãos
13. Pai Nosso Presidente – Antes de participar do banquete da Vida, sinal de reconciliação e vinculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou. Pai Nosso…
14. Momento da Paz Presidente – O amor e o cuidado com os irmãos e irmãs que sofrem é uma maneira de construir a paz. Em silêncio, rezemos para que a paz aconteça entre nós.
15. Oração Presidente – Oremos – (silêncio) – Ó Deus, nós vos bendizemos pela alegria desta celebração e pela esperança que renasce em nossas vidas por meio da entrega de vosso servo Jesus. Dai-nos Vossa graça para que possamos manifestar, por meio da solidariedade aos pequenos e oprimidos, o amor que se revelou a nós em Sua Paixão. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Deus nos envia
16. Bênção
Presidente – Que o Deus de toda a graça vos dê firmeza na fé em meio aos sofrimentos. Amém.
– Que Ele vos encoraje na missão que assumimos pelo Batismo. Amém.
– A Ele a glória e o poder para sempre. Amém.
– Abençoe-vos o Deus: Pai e Filho e Espírito
Santo. Amém.
– Caminhemos com Cristo, carregando a cruz de cada dia, para participar de sua gloriosa ressurreição. Ide em paz e o Senhor vos
acompanhe. Graças a Deus.

 

Meditando a Palavra de Deus
O Domingo de Ramos, também chamado de Domingo da Paixão do Senhor, prepara-nos para toda a Semana Santa. A liturgia da Palavra procura mostrar a vida de Jesus junto do povo, ora louvado e exaltado, ora rejeitado e criticado. No entanto, permanece sereno diante das controvérsias, mostrando que o amor está acima de tudo, seja dos louvores, seja das rejeições. Continuamos, junto com as primeiras comunidades cristãs, a ler o relato do Servo Sofredor da profecia de Isaías, na perspectiva do Cristo Sofredor e perseverante no cumprimento da vontade do Pai. O que faz o Servo perseverar é sua vocação, o chamado a ser sinal de Deus no meio do povo, como fez Jesus. Diante de um julgamento complicado e injusto, Jesus é apresentado como o pior dos bandidos. Diante de todos os sofrimentos, o que mais o desafia é a incompreensão que parte das lideranças e o domínio dessas sobre o povo. Se olharmos bem, não foi assim em toda a história da salvação? Quantas vezes a dureza do deserto não levou o povo a murmurar e se rebelar contra Deus! Mas Deus não desiste. A nova e eterna Aliança jorra como fonte de água viva do coração de Cristo, mesmo diante das incompreensões, flagelações, gritos e blasfêmias. Jesus não apenas faz o bem, mas assumiu a causa de nossa redenção até o fim. A primeira leitura proclama o terceiro canto do Servo Sofredor. O povo de Israel, sob o peso das provações do exílio, começou a entender que os projetos salvíficos de Deus não acontecem necessariamente pela força da violência, antes, pela doação mansa do justo. Jesus, a Palavra de Deus feito carne, entrega sua vida para trazer a salvação da humanidade. A glorificação do “Servo Sofredor” revela que uma vida doada não termina em fracasso, mas em ressurreição, isto é, vida que gera vida. O apóstolo Paulo, na perspectiva da Paixão do Senhor, exorta (convida) os filipenses a contemplarem o Filho de Deus que, inteiramente despojado, se fez servo e obediente à vontade do Pai, até a morte de cruz. O cristão deve ter como exemplo Jesus Cristo, servo sofredor e humilde, que fez de sua vida um dom para todos. Esse caminho não levará ao aniquilamento, mas à glória, à vida plena. Retomemos o compromisso pessoal que fizemos nessa quaresma e também a proposta da Campanha da Fraternidade e façamos um compromisso com Jesus de levar essas obras e propósitos adiante, de modo sério e comprometido. Caminhemos com Cristo rumo ao seu sofrimento, levando no coração todos nossos irmãos e irmãs que sofrem, mas que esperam conosco a vida nova da Ressurreição. Façamos, nesta semana, a experiência de Jesus, que faz novas todas as coisas. Deixemos que o Senhor nos recrie em sua paixão, morte e ressurreição. Que o Deus misericordioso nos guie por seu Espírito Santo, e a Mãe das Dores nos ensine a perseverar em nosso compromisso com amor, assim como viveu Seu Filho Jesus. Catequese: A P

Leituras da Semana
2ª feira: Is 42,1-7; Sl 26; Jo 12,1-11
3ª feira: Is 49,1-6; Sl 70; Jo 13,21-33.36-38
4ª feira: Is 50,4-9a; Sl 68; Mt 26,14-25
5ª feira: Ex 12,1-8.11-14; Sl 115; 1Cor 11,23-26; Jo
13,1-15
6ª feira: Is 52,13;53,12; Sl 30; Hb 4,14-16;5,7-9; Jo
18,1-19,42
Sábado: Gn 1,1-2,2; Sl 103; Gn 22,1-18; Sl 15; Ex 14,15-15,1; Ex 15; Is 54,5-14; Sl 29; Is 55,1-11; Is 12;
Br 3,9-15.32-4,4; Sl 18; Ez 36,16-17a.18-28; Sl 41; Rm 6,3-11; Sl 117; Lc 24, 1-12
Domingo: At 10,34a.37-43; Sl 117; Cl 3,1-4; 1Cor 5,6b8; Jo 20,1-9; Lc 24, 1-12; Lc 24,13-

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