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Domingo Comum – 16 de janeiro

Iniciamos o Tempo Comum – Celebremos a páscoa de Jesus Cristo, acontecendo na história e em nossas vidas, especialmente nas lutas das pessoas e comunidades que se organizam, cultivam a vida batismal e, conscientemente, continuam a missão de Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e implanta a fraternidade e a paz

2º DOMINGO DO TEMPO COMUM
“EU VI E DOU TESTEMUNHO: ESTE É O FILHO DE DEUS” (Jo1, 34)
01. ACOLHIDA E RECORDAÇÃO DA VIDA
Animador(a) – Queridos irmãos e irmãs, é com grande alegria e carinho que os acolhemos para celebrar nossa vida e nossa fé. Vamos recordar, neste momento, os fatos que marcaram esta semana.
O animador motiva a assembléia a fazer a recordação da vida espontaneamente. Concluir cantando um refrão apropriado.
Animador(a) – Celebremos a páscoa de Jesus Cristo, acontecendo na história e em nossas vidas, especialmente nas lutas das pessoas e comunidades que se organizam, cultivam a vida batismal e, conscientemente, continuam a missão de Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e implanta a fraternidade e a paz. Alegres, cantemos.
Procissão de entrada como de costume.
02. CANTO INICIAL
VIMOS TE LOUVAR EM TUA CASA, Ó SENHOR. SOMOS A FAMÍLIA QUE TEU FILHO CONGREGOU.
1. Teu povo, tua família vem hoje, com gratidão, louvar Teu nome santo, unidos na adoração.
2. Cantamos a Tua graça, o Teu infinito amor; a prece de nossas vidas, em casa já começou.
3. Das faltas contra a unidade queremos pedir perdão. É falta todo egoísmo que gera separação.
4. Começa em nossa casa a vida em fraternidade. Possamos com Tua graça, vivê-la na liberdade.
Presidente – Irmãos e irmãs, reunidos em nome da Trindade Santa, façamos o sinal da nossa fé. EM NOME DO PAI…
Presidente – O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco. BENDITO SEJA DEUS…
03. DEUS NOS PERDOA
Presidente – De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo para que tenha piedade de nós, pecadores. (pausa)
Presidente – Tende compaixão de nós, Senhor.
Todos – PORQUE SOMOS PECADORES.
Presidente – Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Todos – E DAI-NOS A VOSSA SALVAÇÃO.
Presidente – Deus todo-poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. AMÉM.
Todos (cantando) – SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!
04. ORAÇÃO
Presidente – Ó Pai, em Cristo nos fizestes reconhecer o Cordeiro Pascal e a luz de todos os povos, e hoje nos chamais para sermos o povo da Nova Aliança. Confirmai em nós a graça do batismo e daí-nos a força do Espírito para que a nossa vida proclame a alegria do Evangelho da Salvação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.
Animador(a) – A Palavra de Deus está centrada no testemunho sobre Jesus Cristo.
05. LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS (49,3.5-6)
06. SALMO RESPONSORIAL (39)
EU DISSE: EIS QUE VENHO, SENHOR, COM PRAZER FAÇO A VOSSA VONTADE! (bis)
– Esperando, esperei no Senhor, e inclinando-se, ouviu meu clamor. Canto novo Ele pôs em meus lábios, um poema em louvor ao Senhor.
– Sacrifício e oblação não quisestes, mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não pedistes ofertas nem vítimas, holocaustos por nossos pecados.
– E então eu vos disse: “Eis que venho!” Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa vontade, guardo em meu coração vossa lei!”
– Boas- novas de vossa justiça anunciei numa grande assembleia; vós sabeis: não fechei os meus lábios!
07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (1,1-3)
08. CANTO DE ACLAMAÇÃO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
1. A Palavra se fez carne, entre nós ela acampou; todo aquele que a acolheu, de Deus filho se
tornou.
09. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO JOÃO (1,29-34)
10. PARTILHA DA PALAVRA
11. PROFISSÃO DE FÉ
Presidente – Professemos a nossa fé no Deus que nos dá a salvação. CREIO EM DEUS PAI…
12. PRECES DA COMUNIDADE
Presidente – Jesus é aquele em quem se realizam as promessas, o servo humilde e fiel. Por sua intercessão, supliquemos ao Pai: SENHOR, OUVI-NOS.
– Senhor, fortalecei a vossa santa Igreja para que anuncie e mostre a salvação que só o Cristo pode  trazer a todos. Nós vos pedimos.
– Senhor, iluminai-nos para que reconheçamos que só é possível construir um mundo bom e justo seguindo Jesus Cristo. Nós vos pedimos.
– Senhor, abençoai a Paróquia São Sebastião de Novo Brasil e todas as comunidades que celebram o seu padroeiro, para que possam mostrar a face do Deus salvador e amoroso a todas as pessoas. Nós vos pedimos
Presidente – Senhor nosso Deus, que nos enviastes vosso Filho como quem tira o pecado do mundo, acolhei as nossas preces e dai-nos a graça de obtermos a vossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor. AMÉM.
13. APRESENTAÇÃO DOS DONS
Animador(a) – Jesus recebe dois títulos: Cordeiro de Deus e Filho de Deus. Duas frases descrevem
sua atividade: o que tira o pecado do mundo e o que batiza com o Espírito Santo. Jesus é o Cordeiro de Deus por ser o dom de Deus à humanidade. O dom de Deus é tornar possível ao homem livrar-se da morte e obter a vida. Apresentemos ao altar do Senhor as ações e trabalhos realizados pelas pastorais, pessoas, instituições e movimentos em favor da vida.
A equipe apresenta os trabalhos e ações promovidas na comunidade, com criatividade, enquanto se canta.
ACEITA ESTAS NOSSAS OFERTAS QUE FAZEMOS COM TODO FERVOR. (bis)
14. CANTO DAS OFERENDAS
1. Minha vida tem sentido cada vez que eu venho aqui e te faço o meu pedido de não me esquecer de ti. Meu amor é como esse pão, que era trigo que alguém plantou depois colheu. E depois tornou-se salvação e deu mais vida e alimentou o povo meu.
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO! EU TE OFEREÇO O MEU AMOR! (bis)
2. Minha vida tem sentido cada vez que eu venho aqui e te faço o meu pedido de não me  esquecer  de ti. Meu amor é como este vinho, que era fruto que alguém plantou depois colheu. E depois encheu-se de carinho e deu mais vida e saciou o povo meu.
EU TE OFEREÇO VINHO E PÃO! EU TE OFEREÇO O MEU AMOR! (bis)
15. PAI NOSSO
Presidente – Rezemos com amor e confiança a oração que o Senhor nos ensinou. PAI NOSSO…
16. ABRAÇO DA PAZ
Animador(a) – Em Jesus, que nos tornou todos irmãos(as) pelo batismo, saudemo-nos com um
gesto de paz. (à escolha)
17. CANTO DE COMUNHÃO
1. Todo aquele que comer do meu corpo que é doado, todo aquele que beber do meu sangue derramado, e crê nas minhas palavras que são plenas de vida, nunca mais sentirá fome e nem sede em sua lida.
EIS QUE SOU O PÃO DA VIDA, EIS QUE SOU O PÃO DO CÉU; FAÇO-ME VOSSA COMIDA, EU SOU MAIS QUE LEITE E MEL.
2. O meu Corpo e o meu Sangue são sublimes alimentos do fraco indigente é vigor, do faminto é o sustento. Do aflito é consolo, do enfermo é a unção, do pequeno e excluído, rocha viva e proteção.
3. Eu sou o caminho, a vida, água viva e a verdade, sou a paz e a luz do mundo, sou a própria liberdade. Sou a Palavra do Pai que entre vós habitou, para que vós habiteis na Trindade onde estou.
4. Eu sou a Palavra viva que sai da boca de Deus, sou a lâmpada para guiar vossos passos, irmãos meus. Sou o rio, eu sou a ponte, sou a brisa que afaga, sou a água, sou a fonte, fogo que não se apaga.
18. ORAÇÃO
Presidente – Ó Deus da aliança, nesta celebração vós nos fizestes participar da vossa intimidade. Dai-nos o vosso Espírito de amor para que busquemos, assim como João Batista, ser testemunhas fiéis do vosso Filho. Por Cristo, nosso Senhor. AMÉM.
19. NOTÍCIAS E AVISOS
– Este folheto não deve ser jogado em via pública e/ou no lixo. Recicle-o!
20. BÊNÇÃO
Presidente – O Senhor esteja convosco. ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.
– Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: PAI E FILHO E ESPÍRITO SANTO. AMÉM.
– Glorificai o Senhor com vossa vida. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe. GRAÇAS A DEUS.
21. CANTO FINAL
DEUS NOS ABENÇOE, DEUS NOS DÊ A PAZ! A PAZ QUE SÓ O AMOR É QUE NOS TRAZ!
(bis)
1. A paz na nossa vida, no nosso coração e a bênção para toda criação! (bis)
2. A paz na nossa casa, nas ruas, no país e a bênção da justiça que Deus quis! (bis)
3. A paz pra quem viaja, a paz pra quem ficou e a bênção do conforto a quem chorou! (bis)
4. A paz entre as igrejas e nas religiões e a bênção da irmandade entre as nações! (bis)
5. A paz pra toda a terra e a terra ao lavrador e a bênção da fartura e do louvor! (bis)
PREPARANDO A PARTILHA DA PALAVRA
A leitura do profeta Isaías lembra o povo no exílio da Babilônia. O profeta fala alimentando a esperança de libertação e a volta à pátria. A liberdade virá pela ação de um personagem apresentado como Servo de Deus, executor de uma vontade soberana e superior. Nesse Servo, Deus tornará conhecida sua glória. A glória de Deus é sua presença atuante na história, conduzindo seu povo à liberdade e à vida. O Salmo 39 é de ação de graças, inspirado em uma pessoa que passou por grave situação e clamou por Deus. Ela foi ouvida e agora vem agradecer, provavelmente no templo em Jerusalém, cercada por muitos peregrinos, curiosos em saber como tudo aconteceu. O salmo mostra Deus que ouve o clamor e liberta, fazendo a pessoa cantar a ação de graças. Pela leitura da Carta aos Coríntios, lembramos que Paulo pregou em Corinto e aí fundou comunidades, compostas de judeus e pagãos, quase todos muito pobres. Havia entre os membros, escravos e trabalhadores do cais do porto. Eram comunidades pequenas, pobres, mas muito ativas. Com o correr dos dias, apareceram dúvidas, problemas, conflitos, confusões. O texto de hoje é a introdução da carta, com endereço, destinatários e saudação. No Evangelho, a proclamação “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” deve ser compreendida em íntima conexão com o Prólogo de Evangelho de João. A expressão o Cordeiro de Deus anuncia, simultaneamente, a morte de Jesus e a nova Páscoa, ou seja, o êxodo que Deus realizará. É o cordeiro festivo (Páscoa) e libertador (êxodo). A expressão “que tira o pecado do mundo” está em paralelo com “o que batizará com o Espírito Santo”. A ação do Messias é dar ao homem a possibilidade de sair de seu domínio. Jesus é o caminho para passar das trevas à luz. Reflitamos: Ser cristão é ser testemunha de Jesus. Mas que tipo de testemunha é o nosso? De que forma somos servos de Deus? Quem é Jesus para nós? De que forma o conhecemos? Qual é a ação do Espírito Santo na vida de nossas comunidades e em nossa vida? Qual é o pecado do mundo que Jesus, servo-cordeiro, elimina com sua morte e ressurreição?
(Extraído dos Roteiros Homiléticos – Tempo do Advento – 2010)

REFLETINDO O TEMPO COMUM
Começa agora o Tempo Comum do Ano Litúrgico. Às vezes, não nos damos conta de sua riqueza espiritual e de sua pedagogia educativa nos caminhos de Deus. O Tempo Comum tem características próprias, ao longo de trinta e três ou trinta e quatro semanas. Não se celebram aspectos especiais do mistério pascal de Cristo, mas o mistério é visto e contemplado em sua globalidade, particularmente aos domingos. J Lopéz Martin dá uma visão ampla e muito significativa do Tempo Comum, ao explicar: “O Tempo Comum é um tempo importante, tão importante que, sem ele, a celebração do mistério de Cristo e sua progressiva assimilação  pelos cristãos seriam reduzidos a episódios isolados, ao invés de impregnar toda a existência dos fiéis e das comunidades. Somente quando se compreender que o Tempo Comum é um tempo indispensável, que desenvolve o mistério pascal de modo progressivo e profundo, pode-se dizer que se sabe o que seja o ano litúrgico. Dar atenção unicamente aos “tempos fortes” significa esquecer que o ano litúrgico consiste na celebração, com sagrada lembrança no curso de um ano, de todo o mistério de Cristo e da obra da salvação”. (J. Lopez Martin, L’anno litúrgico, Ed. Paoline, C. Balsamo, 1987, p. 200) O Tempo Comum é um tempo privilegiado em que a comunidade aprofunda o mistério pascal; assimila e interioriza a Palavra de Deus no contexto da história; cultiva o compromisso batismal, lembrado e celebrado na Vigília Pascal. Nesta perspectiva, o domingo deve ser lembrado e cultivado como páscoa semanal, dia da assembléia e dia da eucaristia. No Tempo Comum, fazemos a leitura contínua da Sagrada Escritura pela qual revivemos, nos diversos domingos, os inesgotáveis aspectos do mistério pascal de Cristo. Esses domingos recebem sua força ou sua espiritualidade de duas fontes: dos tempos fortes e dos próprios domingos. Assim, o Tempo Comum é vivido como prolongamento do respectivo tempo forte”. Na primeira parte do Tempo Comum, partimos da vida que nasceu no Natal e manifestou-se na Epifania e, para produzir frutos, necessita da ação do Espírito Santo que age no batismo de Jesus. Batizados com o Espírito Santo, produzimos, como Igreja, bons frutos. No Ano A, proclama-se na liturgia dominical o evangelho de Mateus, no qual aparece a centralidade do Reino de Deus. O evangelista apresenta Jesus como o Mestre da Justiça. Jesus inicia dizendo ao ser batizado por João Batista: “Por enquanto deixe como está! Porque devemos cumprir toda justiça”. No contexto das bem-aventuranças, Jesus vai exigir dos seus seguidores uma prática da justiça superior a burocrática e formal das lideranças judaicas. “Se a justiça de vocês não superar a dos doutores da Lei e dos fariseus, vocês não entrarão no Reino do Céu”. Exigirá para essa justiça prioridade absoluta: “Em primeiro lugar busquem o Reino de Deus e a sua justiça, e Deus dará a vocês, em acréscimo, todas essas coisas”. O Evangelho de Mateus sugere um discipulado comprometido com a justiça que faz o Reino de Deus acontecer.
(Extraído dos Roteiros Homiléticos – Ano A – 2010/2011)
2º DOMINGO DO TEMPO COMUM           COR VERDE              CICLO A                   16 de Janeiro de 2011
 “O CORDEIRO DE DEUS”
Irmãos e Irmãs, hoje a Igreja apresenta o Menino que um dia nasceu em Belém e, já adulto, foi batizado no Jordão, como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e justifica cada pessoa que o acolher como Redentor. Munidos dessa graça, vivem os cristãos enquanto durar a história do mundo. É esta fé que, com júbilo, a Igreja celebra todos os domingos até que chegue o Domingo que não tem fim, celebrado eternamente na Pátria celeste.
Ato Penitencial:  De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo para que tenha piedade de nós, pecadores. (pausa) Cantemos.
Glória: Louvemos ao Senhor por todos os que dão testemunho de Jesus Cristo na sociedade, na comunidade, na família, fazendo o Reino acontecer, cantando.
Entrada da Bíblia:
Liturgia da Palavra: 1ª  Leitura:  (Is 49, 3.5-6)     O servo recebe a missão de anunciar a palavra de Javé para reunir e restaurar o povo disperso.    
Salmo: Sl 40 (39)  “Eu disse: Eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade!”                       
2ª Leitura  (1ªCr  1, 1-3)      A graça e a paz de Deus estejam com a comunidade, nos diz o Apóstolo.         
Evangelho: (Jo  1, 29-34)   João Batista apresenta Jesus como o “Cordeiro  de Deus”, isto é, aquele que se doa para que todos tenhamos vida.      
Aclamação ao Evangelho:
Ofertório: Apresentemos ao altar do Senhor as ações e trabalhos realizados pelas pastorais, pessoas, instituições e movimentos em favor da vida. (motivar a oferta)
Comunhão: Todos nós que deixamos a Palavra de Deus ecoar em nossos corações, somos bem-vindos e bem-vindas a esta mesa.  Cantando.
Mensagem Final:  O texto de hoje é a introdução da carta, com endereço, destinatários e saudação. No Evangelho, a proclamação “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” deve ser compreendida em íntima conexão com o Prólogo de Evangelho de João. A expressão o Cordeiro de Deus anuncia, simultaneamente, a morte de Jesus e a nova Páscoa, ou seja, o êxodo que Deus realizará. É o cordeiro festivo (Páscoa) e libertador (êxodo). A expressão “que tira o pecado do mundo” está em paralelo com “o que batizará com o Espírito Santo”. A ação do Messias é dar ao homem a possibilidade de sair de seu domínio. Jesus é o caminho para passar das trevas à luz. Reflitamos: Ser cristão é ser testemunha de Jesus. Mas que tipo de testemunha é o nosso? De que forma somos servos de Deus? Quem é Jesus para nós? De que forma o conhecemos? Qual é a ação do Espírito Santo na vida de nossas comunidades e em nossa vida? Qual é o pecado do mundo que Jesus, servo-cordeiro, elimina com sua morte e ressurreição?

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