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Ano Santo da Misericórdia (Arquidiocese de Cuiabá)

                                 

Dom Milton Santos,convoca o povo de Deus da Arquidiocese de Cuiabá para viver intensamente o Ano da Misericórdia 2015/2016. Confira o vídeo do convite realizado pelo nosso Arcebispo Metropolitano, clique aqui .

Em Cuiabá e Várzea Grande:
Catedral Basílica do Senhor Bom Jesus de Cuiabá – Preside a Santa Missa Dom Milton – (19h00)
Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho – (19h00)
Santuário Divino Espírito Santo  – (07h00)
Santuário Nossa Senhora Auxiliadora- (08h30)
Santuário Nossa Senhora da Guia (Coxipó) – (09h00)
Santuário Nossa Senhora de Salette – (18h00)
Santuário Nossa Senhora Medalha Milagrosa – (18h00)

Confira também nas paróquias do interior.

 

 

Paróquias do Interior: Matriz Paroquial
Paróquia São Sebastião (Nobres) – (19h00)
Paróquia Nossa Senhora. Aparecida (Jangada)
Paróquia Nossa Senhora. Brotas (Acorizal)
Paróquia Nossa Senhora. Guia (Dist. Guia)
Paróquia Nossa Senhora. Rosário (Rosário Oeste) – (07h00)
Paróquia Nossa Senhora. das Dores (Barão de Melgaço) – (19h00)
Paróquia Santo Antônio (Leverger)

POR QUE O PAPA FRANCISCO CONVOCOU ESTE “ANO SANTO”?
ELE MESMO RESPONDE: Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos percorrer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia. Queremos vivê-lo à luz da palavra do Senhor: «Sede misericordiosos como o Pai» (cf. Lc 6, 36). E isto sobretudo para os confessores! Muita misericórdia!” (Papa Francisco, 13 de março de 2015, Vigília “24 Horas para o Senhor”) “Presente no coração de muitos está esta pergunta: Por que motivo um Jubileu da Misericórdia, hoje? Simplesmente porque a Igreja é chamada, neste tempo de grandes mudanças epocais, a oferecer mais vigorosamente os sinais da presença e proximidade de Deus. Este não é o tempo para nos deixarmos distrair, mas para o contrário: permanecermos vigilantes e despertarmos em nós a capacidade de fixar o essencial. É o tempo para a Igreja reencontrar o sentido da missão que o Senhor lhe confiou no dia de Páscoa: ser sinal e instrumento da misericórdia do Pai (cf. Jo 20, 21-23). Há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai. Foi por isso que proclamei um Jubileu Extraordinário da Misericórdia como tempo favorável para a Igreja, a fim de se tornar mais forte e eficaz o testemunho dos crentes”. (Papa Francisco, 11 de abril de 2015, Primeiras Vésperas do Domingo da Divina Misericórdia)

O QUE É UM JUBILEU?
A celebração do Jubileu católico tem origem no Jubileu hebraico, onde a cada 50 anos, durante um ano, chamado ano sabático, eram libertados escravos, as dívidas eram perdoadas e as terras deixavam de ser cultivadas, entre outras coisas. Estas comemorações são referenciadas na Bíblia, nomeadamente em Levítico (LV 25). Na Igreja católica é o ano da reconciliação com Deus e com os irmãos, do perdão dos pecados, da
Indulgência Plenária, da conversão!
Assim, o Ano Santo é sempre uma oportunidade para aprofundar a Fé e viver com renovado empenho o testemunho cristão.

DE QUANTO EM QUANTO TEMPO SE REALIZA UM JUBILEU OU ANO SANTO?
O Jubileu pode ser ordinário ou extraordinário. Se a celebração de um Ano Santo ordinário ocorre a cada 25 anos, o Ano Santo extraordinário é proclamado pelo Papa sempre que pretenda celebrar algum fato de forma especial.

HISTÓRIA DOS JUBILEUS

A Igreja católica iniciou a tradição do Ano Santo com o Papa Bonifácio VIII em 1300. Ele planejou um jubileu por século. A partir de 1475, para possibilitar que cada geração vivesse pelo menos um Ano Santo, o jubileu ordinário passou a acontecer a cada 25 anos. Um jubileu extraordinário pode ser realizado em ocasião de um acontecimento de particular importância. Até hoje, foram 26 Anos Santos ordinários. O último foi o Jubileu de 2000. Quanto aos Jubileus Extraordinários, o último foi o de 1983, instituído por São João Paulo II pelos 1950 anos da Redenção.
QUANDO COMEÇA E TERMINA O JUBILEU DA MISERICÓRDIA?
O Jubileu Extraordinário da Misericórdia terá início dia 8 de Dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição (50º aniversário da conclusão do Concílio Vaticano II), com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. O encerramento do Ano Santo será no dia 20 de novembro de 2016, Solenidade litúrgica de Jesus Cristo, Rei do Universo.

O RITO QUE CARACTERIZA O JUBILEU: ABERTURA DA “PORTA SANTA”
O Jubileu é caracterizado por alguns ritos particulares, o rito mais conhecido do Jubileu é a solene abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro, que acontecerá no dia 8 de dezembro de 2015. Desta vez, pela primeira vez na história dos Jubileus, é oferecida também a possibilidade de abrir a Porta Santa – Porta da Misericórdia – nas próprias dioceses, particularmente na Catedral ou numa igreja especialmente significativa ou num Santuário nomeadamente importante para os peregrinos.
A Porta Santa só se abre durante um Ano Santo e significa que se abre um caminho extraordinário para a salvação. Ela indica, que durante o Jubileu, nos é oferecido “um caminho espiritual” com destino à salvação. Além disso, e sobretudo, ela representa a Cristo que disse: “eu sou a porta…”(Jo 10,7). Quem passa por ela, recorda as palavras do Sl 117,20: “Esta é a porta do Senhor: só os justos por ela podem passar”.

O QUE FAZER PARA RECEBER AS GRAÇAS DO ANO SANTO?
Realizar uma peregrinação à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano. Aí participar do Sacramento da Reconciliação (Confissão), da santa Eucaristia, recitar o Creio, rezar pelo Papa e nas suas intenções. Assim se recebe a indulgência Plenária. Na Arquidiocese abriremos a Porta da Misericórdia na Catedral Metropolitana e em todos os Santuários de Cuiabá e Várzea Grande. Também as Paróquias do interior terão a sua Porta da Misericórdia na Matriz Paroquial (Nobres, Jangada, Acorizal, Distrito da Guia, Rosário Oeste, Barão de Melgaço e Santo Antônio de Leverger). Com isso todas as Comunidades Rurais poderão fazer sua peregrinação e receber a Indulgência Plenária.

O QUE SIGNIFICA INDULGÊNCIA?
O perdão dos pecados é recebido na confissão. Todavia, sempre permanecessem marcas do pecado. A indulgência é o fruto do tesouro de graças da oração da Igreja para que sejamos libertos dos danos do pecado. É necessária a disposição sincera em mudar de vida.

APELO DO PAPA FRANCISCO
“Redescubramos as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos”.

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