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Santuário Nacional de Aparecida

Reitor do Santuário Nacional de Aparecida comenta elementos importantes para bem viver o Ano Jubilar Mariano.

A Igreja Católica no Brasil celebra neste ano o Tricentenário (1717-2017) do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul.
Por ocasião desta solenidade, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) instituiu oficialmente o Ano Jubilar Mariano, que teve início no dia 12 de outubro de 2016 e se estende até 11 de outubro de 2017.
A iniciativa foi confirmada pelo Papa Francisco, que orienta os fiéis e devotos da Padroeira do Brasil a viver este momento impulsionados pela fé e caridade, visitando a Basílica ou qualquer Igreja Paroquial que seja dedicada a Nossa Senhora.
“O Papa sugere aos fieis que sejam impulsionados pela caridade em forma de peregrinação, e visitem a Basília de Nossa Senhora Aparecida ou qualquer Igreja Paroquial que é dedicada a Mãe e devotamente participem das celebrações jubilares ou ao menos, por um conveniente espaço de tempo, elevem humildes preces a Deus através de Maria” diz o reitor do Santuário Nacional de Aparecida, padre João Batista de Almeida.
O sacerdote explica que a vivência do Ano Mariano parte de gestos concretos, como a oração do Terço, ladainhas, vigílias, peregrinações, visitas a capelas ou a Igrejas dedicadas a Nossa Senhora Aparecida. E além de tudo isso, ter o olhar espiritual voltado para Maria e contemplá-la na vida de Jesus e na vida da Igreja. “Essa contemplação se dá a partir do evangelho, daquilo que a Palavra de Deus conta sobre Maria”.

Elementos para viver bem o Ano Mariano
Além dessas indicações, padre João aborda outros três elementos para fazer uma boa experiência desse Ano Mariano: anunciar o Evangelho, presença de Maria no início da Igreja e a jornada da Mãe de Jesus com a comunidade cristã.
“O Evangelho é a primeira fonte. Depois voltamos para o início da Igreja quando Maria, segundo o livro dos Atos dos Apóstolos, acompanhava os primeiros cristãos na vida de oração e com certeza na vida de comunidade. E um terceiro elemento é o que Maria veio construindo ao longo da história da Igreja, desde os primeiros tempos até os dias de hoje. Ela que se tornou a grande referência de ser discípula missionária de Jesus”, indica.

Indulgência plenária
Devido a este ano festivo, o Papa Francisco concedeu também a indulgência plenária. Segundo o Reitor do Santuário, o Pontífice indica três condições: a confissão sacramental, a comunhão eucarística e a oração na intenção do Santo Padre.
“A vida de oração se traduz nas orações marianas e dentro do que a Igreja está propondo através da Penitência Apostólica, aquilo que o Papa sugere aos devotos de Nossa Senhora Aparecida.”

Gestos concretos
Desde 2014, as dioceses do Brasil recebem a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, que percorre cidades e periferias, em preparação ao Tricentenário. Não só as dioceses, mas grupos e pessoas têm praticado gestos concretos em prol de determinadas intenções.
A empresária Ana Cláudia Carvalho de Siqueira conta que, em especial neste ano, sua oração é dedicada aos jovens de sua família. “Sempre rezo por eles, mas em especial, neste ano tenho dedicado o terço mariano diário para esta intenção.”
“É uma retomada porque estava ‘preguiçosa’ com relação a esta oração e por isso, entrei também no grupo do condomínio para receber mensalmente a capelinha da Mãe Rainha”.
Ana Cláudia relata que isso faz de Nossa Senhora Aparecida uma figura mais próxima do seu dia a dia, a partir da oração, pensamentos e ações. “Estou de olho nos retiros Marianos que paróquias e grupos têm anunciado e pretendo também ir a Aparecida do Norte.”

Oração do terço contra o aborto
Outra iniciativa por ocasião do Ano Mariano é o grupo que foi montado para rezar contra o aborto e que é transmitido ao vivo através do facebook. “Este terço está sendo acompanhado até nos EUA e Canadá. Cada dia na casa de uma pessoa. É o terço dos não nascidos”, acrescenta a empresária.
Para ela, este ano é de extrema importância, pois Maria a leva até Jesus de forma imediata e com humildade de serva, mas ao mesmo tempo, autoridade de mãe. “Ela nos facilita a identificação e busca pela santidade. Com ela, assim como a exemplo de todos os Santos, sabemos que é possível. Neste ano de crises, desemprego e tantos desafios, ninguém melhor que a Mãe das Dores para nos ajudar a termos mais coragem e fé, permanecendo firmes na caminhada”, conclui.

Monique Coutinho
Da redação CANÇÃO NOVA

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