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15º Domingo do Tempo Comum(12.07)

Celebração Dominical da Palavra de Deus

– 15º Domingo do Tempo Comum

– cor verde –

12/07/2020

 

  1. Saudação

Presidente – Amados irmãos e irmãs em Cristo, é com grande alegria que nos reunimos para celebrar a nossa fé, renovando, hoje, o memorial da Páscoa de Jesus que se realiza em todas as pessoas e comunidades que abrem os olhos, os ouvidos e o coração, e procuram acolher e viver a Palavra de Deus. Permitamos ao Espírito Santo transformar o solo do nosso coração em terra fértil para acolher e fazer frutificar os dons que o Pai nos confia. Como família de Deus aqui reunida, saudemos a Trindade Santíssima. Em nome do Pai… Presidente – O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco. Bendito seja Deus… Animador(a) – Neste 15º Domingo do Tempo Comum de maneira especial somos convidados a uma atenção maior a esse dado: assim como a terra seca e sedenta aspira pela chuva, nós necessitamos do orvalho da Palavra de Deus que revitaliza a nossa fé. Lembremos os fatos da semana que passou para que celebremos com amor nossa vida de comunidade (recordação da vida).

  1. Deus nos perdoa

Presidente – Com o coração arrependido e humilde aproximemo-nos do Deus Justo e Santo e peçamos perdão pelas nossas faltas e omissões (silêncio). Arrependidos, supliquemos. Presidente – Tende compaixão de nós, Senhor. Todos – Porque somos pecadores. Presidente – Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia. Todos – E dai-nos a vossa salvação.

Presidente – Deus de infinita misericórdia, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém. – Senhor, tende piedade de nós! Senhor… – Cristo, tende piedade de nós! Cristo… – Senhor, tende piedade de nós! Senhor…

  1. Hino do Glória

Presidente – Glorifiquemos ao Senhor nosso Deus que faz frutificar em nossos corações as sementes do seu Reino, cantando o Hino do Glória.

Deus nos fala

  1. Leitura do Livro do Profeta Isaías (55, 10-11)
  2. Salmo Responsorial (64) (CD Liturgia VI – TC) A semente caiu em terra boa e deu fruto. (bis)
  3. Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos (8, 18-23)
  4. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus (13, 1-23)
  5. Partilha da Palavra

Nossa resposta

  1. Profissão de Fé Presidente – No Deus Trindade que nos revela os Mistérios do Reino, professemos a nossa fé. Creio em Deus Pai…
  2. Preces da Comunidade Presidente – Com fé e confiança, supliquemos ao Pai que acolha e atenda as nossas preces.
  3. Apresentação dos Dons

Animador(a) – Neste domingo nos reunimos junto com Cristo, semeador, generoso, que lança na terra de nossa vida a semente fecunda de Sua Palavra. Cabe a cada um de nós fazer frutificar a Boa-Nova de Jesus. Apresentemos ao Altar do Senhor os sinais do Reino presentes no meio em que vivemos.

Coleta Fraterna

Deus nos faz irmãos

  1. Pai Nosso Presidente – Unidos como comunidade de fé, rezemos como Jesus nos ensinou. Pai Nosso…
  2. Abraço da Paz Animador(a) – Como filhos e filhas do Deus da paz, saudemo-nos com um abraço fraterno.

Deus nos envia

  1. Bênção Presidente – A paz de Deus, que supera todo entendimento, guarde vossos corações e vossas mentes no conhecimento e no amor de Deus e de Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

– Abençoe-vos Deus Todo-Poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

– Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

 

Meditando a Palavra de Deus

A exemplo da comunidade de Mateus, estamos diante de uma parábola que tem por objetivo avaliar a acolhida da Boa-Nova do Reino. A semente, lançada à terra pelo semeador, é a Palavra de Deus. O semeador é o próprio Jesus, que avalia positivamente a eficácia da Palavra do Reino. O semeador espalha generosamente a semente, confiando sempre em uma boa colheita. Esta Palavra é mais que atual. O sistema no qual vivemos nos obriga a sermos cada vez mais insensíveis à Palavra. Quantas vezes ela soa estranha aos nossos ouvidos. “A Palavra é fogo. E nós muitas vezes atiramos baldes de água sobre ela de nosso bom- senso, de nossa falsa prudência, de nossa incrível preguiça. Isso significa atraiçoar a Palavra, ter o coração endurecido. O terreno já está ocupado: por nós mesmos, pelos nossos esquemas, nossos desejos, nosso egoísmo, nossa indiferença. A Palavra em nós deve tornar-se vida, caso contrário acaba por desvirtuar-se, envilecer (tornar vil), tornar-se incompleta.” Jesus, estrategicamente, utiliza a experiência de um esperto agricultor que confia na fertilidade de seu próprio terreno. Começa falando do Reino de Deus, comparando-o a uma colheita que superou as expectativas. As cifras de cem, sessenta e trinta por um revelam a plenitude do Reino de Deus. A Palavra de Deus acolhida, por um grupo de pessoas, é fecunda e ultrapassa todas as previsões humanas. No subsolo desta parábola se esconde toda a realidade de vida da comunidade. Em meio às perseguições e às deserções de muitos convertidos, a comunidade se pergunta pela eficácia da Boa-Nova do Reino. Hoje, entre nós, não é diferente. Basta lembrarmos a catequese: quantos jovens perseveram depois da primeira comunhão eucarística ou da celebração da Crisma? Depois de uma missão popular que arrastou milhares de pessoas, quantas participam assiduamente e se comprometeram com as comunidades? No “quarto dia” de muitos de nossos movimentos eclesiais, quantos perseveraram de fato? Obter e contemplar grandes resultados é a tentação imediata de todo ser humano. A Boa-Nova do Reino de Deus é uma pequena semente que condensa em si um grande potencial. Lembremos o que o apóstolo Paulo afirma: “Aquilo que parece frágil e insignificante aos olhos humanos é instrumento da força da vida do próprio Deus”. A parábola do semeador é uma exortação (convite) à comunidade de fé, em vista de sua perseverança e do bom testemunho dos convertidos ao seguimento de Jesus à proposta do Reino. Contudo, cada um e cada comunidade deve se perguntar: que terreno somos nós? Que semeadores somos nós? Vale a pena semear? A parábola de Jesus é de ESPERANÇA. Jesus é o Semeador, e nós também o somos, junto com Ele… Ele semeia em todos os terrenos, mesmo nos inférteis. E algumas sementes acabam germinando… Semear o sorriso para que resplandeça alegria ao redor de nós. Semear nossas energias para enfrentar as batalhas da vida. Semear nossa coragem para reerguer a coragem do outro. Semear o nosso entusiasmo, a nossa fé, o nosso amor… O Evangelho de hoje nos garante, que apesar do aparente fracasso, o sucesso do “Reino” está garantido.

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