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Liturgia – 33º Domingo Comum

LITURGIA – 33º DOMINGO COMUM – 16.11.2014

“Meus pensamentos são de paz e não de aflição!”

1.Acolhida.
“Final de Ano”, preocupação com “Fim do Mundo!” Ocupar-se com o “Fim do Mundo pessoal” é oportuno, mas sufocar a preocupação com exagero em festas e bebida, no mínimo, não é cristão! Os pensamentos de Deus não conduzem para a aflição, mas para a paz!
O “Ano Litúrgico” está acabando, avaliemos a passagem de nosso “Ano”! Com certeza, podemos melhorar nosso desempenho nas tarefas e na missão que o Senhor nos confiou! Um balanço realista vai bem na empresa industrial, mas é necessário na vida pessoal e comunitária

2.Palavra de Deus.
Pr 31,10-13.19-20.30-31 – O Livro dos Provérbios fala da mulher ideal, enquanto personalização da Sabedoria divina; sua interpretação não esquece a dignidade da mulher, suas numerosas qualidades, que não eram consideradas pelo mundo “machista” do Povo judeu. Esta leitura, com certeza, serve para o nosso mundo atual!
1Ts 5,1-6 – Os tessalonicenses vivem preocupados com o “Fim do Mundo”! O Apóstolo Paulo orienta a Comunidade a viver com sobriedade e ocupada na prática do bem.
Mt 25,14-30 – O “Fim do Tempo”, com certeza, se aproxima para cada um de nós. Não sabemos nem o dia e nem a hora; por isso, devemos aproveitar bem o tempo presente administrando, de maneira eficiente, os dons recebidos e realizar a missão pessoal e intransferível, que Deus nos confiou!

3.Reflexão.
“Final de Ano” é tempo de avaliação. Toda a empresa séria faz isso, inclusive, para planejar melhor o próximo exercício financeiro! Devemos imitá-las para garantir um bom êxito espiritual em nossa vida cristã. Como estaria a administração dos talentos que Deus nos confiou? A vida é o tempo hábil para cumprir nossa missão.
A leitura do “Livro dos Provérbios” (1ª Leitura) pode iluminar e avaliar nosso comportamento masculino perante a mulher e seus direitos, e valorizar sua presença no seio da família humana. Estaremos, de fato, interessados na promoção e valorização da mulher no mundo do trabalho, do salário e da importância da mulher na formação dos novos cristãos e dos novos cidadãos?
A Parábola, contada por Jesus, não tem como objetivo falar do “Final dos Tempos”, mas da missão de bem administrar os dons e talentos concedidos por Ele aos homens. Deus nos quer como parceiros na administração do mundo!  Não podemos viver com medo ressentido, mas com coragem de bem administrar o que recebemos. O bom administrador não vive em festas! Vive na sobriedade, no engajamento na luta para tornar esse mundo melhor, mais justo e pacífico. Não enterremos os talentos; vamos fazê-los frutificar para a glória de Deus e realização de seu Plano de Salvação.
Nem percamos tempo com discussões a respeito do “Fim do Mundo”! É pura perda de tempo! Nem sabemos a data de nossa morte pessoal! Sabemos, e com certeza, que vamos morrer e que seremos julgados a respeito do nosso desempenho na administração dos talentos recebidos! A hora da “volta do Senhor” é incerta, mas a prestação de contas, o julgamento e a sentença final são absolutamente certas! Portanto, sejamos sóbrios e engajados na realização d o Reino de Deus!
Minha alegria é colocar meu refúgio no Senhor!
Frei Carlos Zagonel

PASCOM NOSSA SENHORA APARECIDA – COXIPÓ

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