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19º Domingo do Tempo Comum (08.08)

Dia dos Pais e Início da Semana Nacional da Família

Ano B – cor verde – 08/08/2021

1. Saudação
Presidente – Queridos irmãos e irmãs, é com grande alegria que estamos reunidos para fazer memória da Páscoa do Senhor. Jesus, o Pão da Vida, vem ao nosso encontro e se oferece como sustento para prosseguirmos com coragem em seu caminho. Em comunhão com todos os que celebram o Dia do Senhor, façamos o sinal de nossa fé. Em nome do Pai…
Presidente – O Deus da esperança que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo esteja convosco. Bendito seja Deus…
Animador(a) – Comemoramos hoje o dia dos pais e iniciamos a Semana Nacional da Família que traz como tema: Família, Casa da Comunhão. Trazemos também outros fatos que marcaram as nossas vidas nesta semana que passou (recordação da vida).
2. Deus nos perdoa
Presidente – De coração arrependido e humilde, aproximemo-nos do Deus Justo e Santo e peçamos perdão de nossas faltas e omissões (silêncio). Arrependidos, supliquemos o Seu perdão.
3. Hino do Glória Presidente – Glorifiquemos nosso Deus que nos deu Seu Filho como o Pão que nos alimenta para a vida eterna.
4. Oração
Presidente – Oremos – (silêncio) – Deus eterno e bondoso, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais um coração de filhos para alcançarmos um dia a herança que prometestes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Deus nos fala
5. Leitura do Primeiro Livro dos Reis (19, 4-8)
6. Salmo Responsorial (33) (CD Cantando os Salmos – Ano B ) Provai e vede quão suave é o Senhor! (bis)
7. Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios (4, 30-5,2)
8. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João (6, 41-51)
9. Partilha da Palavra
Nossa resposta
10. Profissão de Fé Presidente – No Deus Pai de Jesus e nosso, professemos a nossa fé. Creio em Deus Pai…
11. Preces da Comunidade
Presidente – Ao Pai que escuta o clamor dos seus filhos e filhas, supliquemos, confiantes. A cada pedido, cantemos: Acolhei nossa prece Senhor! Sobre nós derramai vosso amor! (D.R.)
12. Apresentação dos Dons
Animador(a) – Iniciando hoje a Semana Nacional da Família e comemorando o Dia dos Pais, o Senhor Jesus apresenta-se como Pão da Vida. Ele é o alimento espiritual que sustenta nossa fé, o amor a Deus e aos irmãos. Apresentemos ao altar do Senhor a vida de todos os pais que cumprem fielmente a missão de manter viva a vida familiar com o pão material e o Pão Espiritual que alimenta para a vida eterna.
Coleta Fraterna
Ação de Graças
13. Louvação Presidente – Demos graças e louvores ao Senhor nosso Deus, por todos aqueles que acolhem Jesus o Pão vivo e testemunham a Vida Nova oferecida por Ele.
Deus nos faz irmãos
14. Pai Nosso Presidente – Rezemos com amor e confiança a oração que Jesus nos ensinou. Pai Nosso…
15. Momento da Paz Animador(a) – Irmãos, diante de tantas situações de sofrimento que vive nosso mundo, hoje renovamos a fé em Jesus, Pão vivo, descido do céu e nos comprometemos a fazer nossa parte para que as situações injustas sejam transformadas e vivamos o amor, a partilha, a solidariedade e a paz. (Rezemos em silêncio pela paz no mundo.)
16. Oração
Presidente – Oremos – (silêncio) – Ó Deus, bendito sejais por este encontro e pela alegria que vem de Jesus Cristo, Pão Vivo descido do céu. Que Ele seja o alimento a sustentar em nós a Vossa vida. Por Cristo, nosso Senhor. Amém
Deus nos envia
17. Breves Avisos

18. Refletindo o Ano Missionário Vocacional
(ler para a assembleia)
Há muitas vocações especiais na Igreja. Na vida religiosa, temos o chamado à profissão dos conselhos evangélicos, na qual se segue mais de perto a Cristo, numa vida totalmente consagrada a Deus, à construção da Igreja e à salvação do mundo, a fim de se alcançar a perfeição da caridade, preanunciando assim a glória Celeste. O Concílio Vaticano II sublinhou uma verdade da Tradição da Igreja: a vocação universal à santidade: “O Senhor Jesus, mestre e modelo divino de toda a perfeição, pregou a todos e a cada um dos seus discípulos, de qualquer condição que fossem, a santidade de vida, de que ele próprio é autor e consumador… Todos os fiéis, seja qual for o seu estado ou classe, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade…, são convidados e obrigados a tender para a santidade e perfeição do próprio estado… ‘Os que se servem deste mundo, não se detenham nele, pois passa a figura deste mundo’ (1 Cor 7,31)” (Lumen Gentium, cap. V). Neste segundo domingo de agosto em que celebramos o Dia dos Pais é oportunidade privilegiada para resgatar e destacar a importância da paternidade no contexto social, político, econômico e eclesial em que vivemos. “O exercício da paternidade diz da graça humana de poder participar da paternidade Divina. A partir da fé, Deus é Pai. Deus gera. E a possibilidade do exercício da paternidade diz desta possibilidade de participar, como pai, da geração da vida”. O dia dedicado à vocação para a vida e a família permite dialogar sobre a importância do papel do pai na Igreja e na sociedade. A importância do pai no contexto em que vivemos é fundamental. (Fragmentos de Dom Fernando Arêas Rifan e CNBB) 24

19. Bênção
Presidente – O Senhor esteja convosco. Ele está no meio de nós. – Deus, Pai da família humana, guardai e fazei prosperar o lar de todos vós. Amém. – Abençoe-vos Deus Todo-Poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. – Eu sou o Pão Vivo descido do céu. Sejam pão partilhado para a vida do mundo. Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

Meditando a Palavra de Deus
Na primeira leitura, logo de início, surpreende-nos a figura do grande profeta Elias, prostrado, à espera da morte. Mesmo quem vive uma profunda relação com Deus pode ter seus momentos de crise. Por causa da sua luta contra a idolatria do povo e a corrupção dos poderosos, o profeta é perseguido pelo rei Acab e pela rainha Jezabel. Assustado com as consequências de sua pregação, cansado de ter que “dar murro em ponta de faca”, o profeta foge para o deserto, e pede a Deus a morte, pois já não aguenta mais o peso da missão. Esse é o “deserto” interior de Elias, causado pela incompreensão das pessoas, pela rejeição ao anúncio que Deus lhe confiou, e pela consciência da sua limitação e fragilidade. Ele está em crise. Quando pensamos que chegamos ao limite de nossas possibilidades, a experiência de Deus reforça a nossa fé e nos põe de novo a caminho. Se cremos em Deus, mesmo nas crises mais fortes de desânimo conseguiremos forças para nos levantar. O evangelho de hoje é a continuação do discurso de Jesus sobre o sinal do pão. Muitos dos que ouviram Jesus dizer que Ele é o pão vivo descido do céu, pão da vida, alimento para a vida eterna, começaram a questionar suas palavras, porque conheciam apenas sua dimensão humana: diziam que era filho de José e, por isso, não acreditaram Nele. Deus jamais nos abandona, mas é preciso ter fé, abrir-se a seu amor em qualquer que seja a dificuldade, atender à sua proposta por mais desafiadora que nos pareça. É preciso ter a certeza que nos propõe o Salmo: “Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu, e de todos os temores me livrou.” Deus jamais abandona os que vivem segundo seu amor. Ele enviou-nos seu próprio Filho para ser nosso alimento na caminhada e, desta forma, propõe que vivamos de acordo com o espírito de Jesus, seguindo o modo como Ele mesmo viveu. São Paulo nos explica, na segunda leitura: “Sede imitadores de Deus, como filhos que ele ama”. Esta é uma proposta realmente desafiadora, para não dizer que parece mesmo impossível: imitar a Deus, como fazer isto? O próprio Paulo nos explicita: “Sede bons uns com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente como Deus vos perdoou por meio de Cristo”. Na verdade, esta proposta está totalmente sintonizada no mandamento do amor que Jesus nos deixou; seu único mandamento: amar-vos uns aos outros como Ele nos amou. Na radicalidade de seu amor por nós, entregou-se a si mesmo por nossa salvação. Como diz o documento de Aparecida, “para ficarmos verdadeiramente parecidos com o Mestre, é necessário assumir a centralidade do mandamento do Amor”, mas não da nossa forma de amar, selecionando a quem amar, como amar, e sim, como nos diz o mesmo documento: amando “com a medida de Jesus”. Esta é a diferença.

 

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